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Centro de Vitória

Prédio do antigo IAPI entra em lista para virar moradia popular

Edifício Getúlio Vargas é um dos 500 prédios do país que serão destinados para habitação, saúde pública, educação, atividades esportivas e culturais

Publicado em 24 de Julho de 2023 às 18:24

Leticia Orlandi

Publicado em 

24 jul 2023 às 18:24
Antigo prédio do Instituto de Aposentadorias e Pensões do Industriários (IAPI), localizado na Praça Costa Pereira, Centro de Vitória
Prédio do IAPI fica em frente à Praça Costa Pereira, no Centro de Vitória Crédito: Fernando Madeira
O Edifício Getúlio Vargas, mais conhecido antigo prédio do Instituto de Aposentadorias e Pensões do Industriários (IAPI), no Centro de Vitória, está na lista de imóveis da União que serão destinados a moradia popular. No total, o governo federal mapeou 500 bens, entre prédios, terrenos e galpões, a serem destinados para habitação, saúde pública, educação, atividades esportivas e culturais. 
A informação sobre a inclusão do Edifício Getúlio Vargas no programa Democratização dos Imóveis da União é do jornal O Globo. O prédio tem 13 andares e fica em frente à Praça Costa Pereira e ao lado do Teatro Carlos Gomes.
O programa está sendo desenvolvido pelo Ministério da Gestão e tem como meta entregar esses ativos a prefeituras, famílias de baixa renda ou ao setor privado até o fim do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2026.
Em entrevista a O Globo, a ministra Esther Dweck afirma que os prédios já edificados — o que é o caso do IAPI — podem ser reformados para virar habitação popular. Além disso, boa parte dos imóveis precisará passar pelo chamado “retrofit”, uma ampla reforma para modernização de estrutura, instalações, iluminação e fachada.
Prédio do antigo IAPI entra em lista para virar moradia popular

Histórico

O Edifício Getúlio Vargas começou a ser construído no final da década de 1950. Mais conhecido como prédio do IAPI, chegou a abrigar alguns dos principais serviços de atendimentos à saúde.
Por volta de 2007, o prédio foi desocupado. Desde então, enfrenta situação de abandono e sofre com a ação do tempo. Até árvores e grama já nasceram em suas janelas.
Em 2017, o prédio chegou a ser ocupado por mais de 300 famílias, que foram de lá retiradas por decisão judicial. Em 2018, foi decidido que o imóvel seria convertido em moradia popular.

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