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Julgamento

Primo de Milena diz que filhas da médica ficam tristes em datas comemorativas

Familiar contou que as filhas de Milena, com seis e treze anos, ainda chamam pela mãe. Julgamento dos réus pelo crime começou nesta segunda-feira (6)

Publicado em 23 de Agosto de 2021 às 15:01

Rafael Silva

Publicado em 

23 ago 2021 às 15:01
Caso Milena Gottardi
Amigos e familiares de Milena Gottardi exibem faixas e cartazes em frente ao Fórum Criminal no Centro de Vitória. Crédito: Vitor Jubini
Datas festivas para muita gente, Natal, Dia das Mães e Dia dos Pais têm sido mais "complicados" para as filhas da médica Milena Gottardi, assassinada no dia 14 de setembro de 2017 no Hospital das Clínicas, em Vitória.
Primo de Milena diz que filhas da médica ficam tristes em datas comemorativas
Foi o que relatou o primo de Milena Marcos Gottardi, que acompanhou o início do julgamento do caso nesta segunda-feira (23) do lado de fora do Fórum Criminal de Vitória.
Marcos Gottardi, primo da médica Milena Gottardi
Marcos Gottardi, primo da médica Milena Gottardi Crédito: Reprodução/Facebook
As filhas de Milena, com cinco e treze anos, ainda chamam pela médica. Na época do crime, elas tinham um ano e nove anos, respectivamente.
"O dia a dia só o tempo para acalmar. As meninas estão estudando, levando uma vida normal. Mas Dia do Pais, Dia das Mães, Natal, essas datas comemorativas são sempre mais complicadas. Mas a gente tá junto, a família está muito unida e vamos passar por essa", conta Marcos Gottardi.
As filhas de Milena vivem atualmente em Aracruz com o irmão da médica, Douglas Gottardi. Foi a própria Milena que indicou, em carta registrada em cartório, que as meninas ficassem com ele caso algo acontecesse com ela. Para Marcos, o julgamento pode ajudar a cicatrizar a ferida aberta na família quatro anos atrás.
"Esperamos uma decisão favorável. Estamos vendo isso ser postergado e postergado. É dentro da forma legal, mas desgasta bastante a gente, retoma tudo de novo. Minha tia (Zilca Gottardi, mãe da Milena) retoma as lembranças, isso agrava mais ainda a situação. A gente quer que isso acabe o mais rápido possível para que minha tia, meu primo (irmão da Milena) e minhas sobrinhas fiquem mais tranquilas e possam tocar a vida normal", analisa.
Nesta segunda-feira serão ouvidas as testemunhas de acusação e de defesa no caso.

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