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Saúde

Quanto tempo dura o afastamento do trabalho em caso de dengue

Afastamento das atividades pode ser necessário até a recuperação total; médicos explicam tempo de atestado e sintomas aos quais pacientes devem ficar atentos

Publicado em 06 de Fevereiro de 2024 às 12:01

Caroline Freitas

Publicado em 

06 fev 2024 às 12:01
Médico dá atestado para paciente
Dengue: afastamento das atividades pode ser necessário até a recuperação total Crédito: Shutterstock
É durante o verão, geralmente, que os casos de dengue se tornam mais frequentes. Mas, desde o ano passado, o Espírito Santo enfrenta uma explosão de casos. Os principais sintomas são dor no corpo e nas articulações, febre (geralmente alta), dor de cabeça (principalmente atrás dos olhos), náuseas e manchas avermelhadas no corpo
O afastamento das atividades pode ser necessário até que o paciente se recupere por completo da doença infecciosa, conforme explica a infectologista Rùbia Miossi. A duração do atesto pode variar.
“A recuperação vai depender de como o paciente vai evoluir. Em geral, em sete dias, a pessoa já está recuperada, mas há casos de pessoas que tiveram sintomas leves e se recuperaram em cinco dias, por exemplo, e, também, casos em que, após sete dias, os sintomas começaram a se agravar, sendo necessário se afastar das atividades por mais tempo.”
Isto é, depende de cada caso. O infectologista da Rede Meridional Manoel Rodrigues reforça que o tempo de afastamento, geralmente, é de até sete dias, mas que alguns outros cuidados são necessários.
“O paciente com dengue deve tomar bastante líquido e ter repouso relativo enquanto durar a febre.”
Ele frisa ainda que é importante também ficar atento aos chamados sinais de alarme da dengue, que podem indicar evolução para uma forma mais grave e, nesses casos, o paciente deve procurar atendimento imediatamente.
São eles: dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, acúmulo de líquidos, hipotensão postural e/ou sensação de desmaio, sangramento de mucosas (por exemplo, gengivas ou sangramento na urina), hemorragias, letargia e/ou irritabilidade.

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