- OS PRESOS TRANSFERIDOS FORAM:
- João de Andrade, vulgo Joãozinho da 12;
- Carlos Alberto Furtado da Silva, vulgo Beto;
- Geovane de Andrade Bento, vulgo Vaninho;
- Giovani Otacílio de Souza, o Paraíba;
- Pablo Bernardes, vulgo Geléia.
QUEM SÃO ELES
Lidera facção do Bairro da Penha
Carlos Alberto Furtado também é conhecido como “Nego Beto”, “NB”, “Beto” ou “Murunga”. Condenado a 54 anos e 08 meses de reclusão. Estava custodiado em regime fechado na Penitenciária de Segurança Máxima II (PSMA II), em Viana. Permaneceu na Penitenciária Federal de Mossoró de 09/10/2015 a 09/12/2016. Beto lidera a organização criminosa que domina o Complexo da Penha, o Primeiro Comando de Vitória (PCV), e o seu braço armado, o Trem Bala, ambas ligadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC). A informação faz parte de uma denúncia do Ministério Público Estadual apresentada à Justiça. Na ação, Beto é descrito como uma pessoa “articulada, inteligente, com estratégias claras de alianças com outros detentos”
Uma das lideranças do PCV
Geovani de Andrade Bento é conhecido como Vaninho”, “Vanin”, “Magrelo”, “Grilo” ou “MG”. É irmão de João de Andrade. Vaninho está preso provisoriamente desde fevereiro do ano passado, depois de ter sido preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Guarapari. Estava custodiado na Penitenciária de Segurança Máxima II (PSMA II), em Viana. É considerado uma das lideranças do PCV. Junto com Fernando Moraes, o Marujo, Vaninho era um dos principais aliados em liberdade de Carlos Alberto Furtado, o Beto.
Almeja posição de comando no PCV
João Andrade também é conhecido “Joãozinho da 12” ou “Paizão”. Foi condenado a 21 anos e 10 meses de reclusão. Cumpria pena em regime fechado na Penitenciária de Segurança Máxima II (PSMA II), em Viana. Conforme reportagem publicada por A Gazeta em fevereiro do ano passado, foi apontado que Joãozinho estava na lista dos que queriam a posição de comando do PCV. Do lado de fora contava com o apoio de seu irmão, Vaninho, preso no ano passado.
Condenado a 128 anos
Giovani Otacílio de Souza, o Paraíba, foi condenado a 128 anos, 5 meses e 5 dias de reclusão. Foi preso em 2017 com drogas, munições e armas, entre elas uma pistola banhada a ouro. Na ocasião foi detido com um comparsa. Os dois foram denunciados pelo Ministério Público Estadual (MPES) pelo assassinato de uma vítima que acabou sendo enterrada como indigente, sem nunca ter sido identificada. Estava custodiado em regime fechado na Penitenciária de Segurança Máxima II (PSMA II), em Viana.
Preso em Bento Ferreira
Pablo Bernardes, o Geléia, foi condenado a 7 anos de reclusão, além de prisões provisórias decretadas em ações penais. Estava custodiado em regime fechado na Penitenciária de Segurança Máxima II (PSMA II), em Viana. Em junho do ano passado, foi preso em um apartamento de frente para o mar, em Bento Ferreira, Vitória. De acordo com a polícia, ele é suspeito de ser o chefe do tráfico de drogas no bairro Jesus de Nazareth, também na Capital.