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"São surpreendentes": moradores e visitantes se encantam com tapetes de Corpus Christi em Castelo

Cidade do Sul do Espírito Santo recebe milhares de pessoas para a 62ª edição da festa religiosa; expectativa é de público de 150 mil visitantes

Publicado em 19 de Junho de 2025 às 14:24

Beatriz Caliman

Publicado em 

19 jun 2025 às 14:24
Na 62ª edição da tradicional festa de Corpus Christi em Castelo, no Sul do Espírito Santo, a expectativa é de que 150 mil pessoas passem pela cidade para prestigiar os famosos tapetes coloridos e as demais celebrações da data. Muitos turistas visitam a cidade pela fama dessa decoração nas ruas e avenidas, mas os próprios moradores fazem questão de estarem presentes todos os anos.
Gilson, Mariluz e Mariana Tessinari, em Castelo
Gilton, Mariluz e Mariana  em Castelo Crédito: Vitor Jubini
A dentista Mariana Ferri Ari Barroso, que mora na cidade, esteve na festa com os pais, Mariluz Tessinari, que é cadeirante, e Gilton Barroso. "Nós prestigiamos os tapetes todos os anos. Eles passam bem perto da nossa casa. São surpreendentes", disse ela ao lado dos pais.
Rose da Silva e a neta Cecília
Rose da Silva e a neta Maria Cecília Crédito: Vitor Jubini
Da cidade vizinha de Vargem Alta, também no Sul do Espírito Santo, Rose Antônia da Silva foi visitar os tapetes e passadeiras de Castelo com a neta, Maria Cecília Semeão. Elas também se encantaram com as residências enfeitadas com os temas de fé. “Já é meu terceiro ano, cada ano está mais bonita a festa. Vou esperar o resto da família chegar e ficar até a tarde, quando acontece a missa campal”, disse a funcionária pública.
Thainan Vettorazzi
Thainan Vettorazzi é o artesão que fez a imagem da  Irmã Vicência  Crédito: Vitor Jubini
O artesão Thainan Vettorazzi Bernabé, que produziu a imagem de Irmã Vicência, uma das idealizadoras dos tapetes de Corpus Christi de Castelo, disse que muitos visitantes ficaram emocionados ao verem a imagem exposta nesta quinta-feira (19). “Fiquei surpreso, vi pessoas emocionadas com a obra, pois era muito conhecida na cidade, e acharam que ficou realmente parecida. É um monumento, uma homenagem para que não se esqueçam dela”, disse o artista.
Além da obra, roupas, objetos e mobílias que fizeram parte de sua trajetória foram expostas em um espaço especial dedicado a ela na trajetória dos tapetes.
Giovana Campanha
Giovana Campanha aproveitou para se confessar Crédito: Vitor Jubini
Uma das novidades deste ano na festa de Corpus Christi foram os espaços para a confissão. Logo cedo, muitos católicos aproveitaram para se confessar. “É um ano Jubilar e aproveitei para vir com a família para recebermos essa indulgência”, disse Giovana Campanha Ribeiro, que mora em Atapoca, zona rural de Castelo.
Eliene Souza
Eliene Souza é cuidadora de idosos  Crédito: Vitor Jubini
A cuidadora de idosos Eliene Souza se mudou recentemente de Belo Horizonte para Cachoeiro de Itapemirim e não conhecia as festividades de Corpus Christi de Castelo. “Aproveitei o dia de folga e vim até Castelo. E, realmente, é um espetáculo, ficamos até emocionados com a beleza dos tapetes”, disse.
Edna Nascimento
Edna Nascimento Crédito: Vitor Jubini
Quem também chegou cedo com a família a Castelo foi Edna Mateus Nascimento Cordeiro, de Vila Velha. Na frente da Igreja Nossa Senhora da Penha ela registrou uma foto. “Estou apaixonada, nunca tinha vindo visitar a festa. Mas essa igreja me encantou muito, espero passear e fotografar cada detalhe”, disse a turista.
Padre Antônio Lúcio e padre Avelina
Padre Antônio Lúcio e padre Claudiano Avelino Crédito: Vitor Jubini
Filho da terra, o padre Antônio Lúcio da Silva Lima hoje mora em São Paulo e pertence à Congregação dos Paulinos. Ele contou que na data vem todos os anos visitar a família e também participar das festividades. Nesta edição, ele e o amigo, padre Claudiano Avelino dos Santos, atenderam os católicos nos confessionários.
“Neste ano, o tom da festa é o ano jubilar. Aqueles que visitam a Igreja poderão receber a indulgência plenária”, disse o sacerdote Antônio, que também vai participar da missa campal, às 16h. A missa acontece em frente à igreja, seguida da procissão sobre os tapetes, também uma tradição na cidade.

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