O Espírito Santo confirmou mais 11 casos de varíola dos macacos, chegando ao total de 123 infectados. A atualização foi feita nesta sexta-feira (28), por meio de um boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). Na divulgação anterior, eram 118 casos diagnosticados. Ainda são investigados outros 80 quadros suspeitos, e 615 notificações foram descartadas.
Os primeiros casos da doença foram registrados na Grande Vitória. Ao longo do tempo, a doença se espalhou de Norte a Sul do Estado.
Casos confirmados no ES
- Vitória: 35
- Vila Velha: 32
- Cariacica: 15
- Serra: 14
- Guarapari: 9
- Cachoeiro de Itapemirim: 4
- Linhares: 3
- Viana: 2
- Afonso Cláudio: 1
- Aracruz: 1
- Ibiraçu: 1
- Itapemirim: 1
- Nova Venécia: 1
- Pedro Canário: 1
- Santa Teresa: 1
- Vila Pavão: 1
- Eunápolis (BA): 1
A maioria das pessoas diagnosticadas com monkeypox em território capixaba não teve contato com alguém contaminado ou com suspeita da doença. Entre os 123 infectados, 104 são homens e 19 são mulheres. Os sintomas mais frequentes entre eles são, nesta ordem:
Varíola dos macacos: ES tem 123 casos confirmados e 80 em investigação
- Erupção cutânea
- Febre súbita
- Cefaleia (dor de cabeça)
- Astenia (fraqueza)
- Dor de garganta
- Dor muscular
- Adenomegalia (inchaço das glândulas do sistema imunológico)
- Suor/Calafrios
- Artralgia (dor nas articulações)
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Boletim | 28 de outubro de 2022
Ao todo, há 123 casos confirmados de varíola dos macacos no Espírito Santo
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Em todas as faixas etárias
Inicialmente, os casos afetavam jovens e adultos. Com o aumento na transmissão, idosos também foram infectados. No dia 30 de agosto, crianças entraram pela primeira vez no boletim que monitora a doença no Espírito Santo. O número de infectados, por faixa etária, é a seguinte:
- 0 a 4 anos: 2 casos
- 5 a 9 anos: 3 casos
- 10 a 19 anos: 7 casos
- 20 a 29 anos: 48 casos
- 30 a 39 anos: 38 casos
- 40 a 49 anos: 19 casos
- 50 a 59 anos: 5 casos
- 60 a 69 anos: 1 caso
Atualmente, a Sesa divulga boletins epidemiológicos sobre a varíola dos macacos duas vezes por semana: às terças e às sextas. A medida passou a ser adotada no final de julho deste ano, depois de duas semanas do primeiro caso confirmado no Estado.