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Após manifestação

Vila Esperança: ES vai negociar inclusão das famílias no Minha Casa, Minha Vida

Proposta é usar terreno da Prefeitura de Vila Velha, enquanto o governo do Estado pretende entrar com obras de infraestrutura. Casagrande prometeu apresentar ideia para o ministro das Cidades

Publicado em 01 de Setembro de 2025 às 20:33

Nicoly Reis

Publicado em 

01 set 2025 às 20:33
O governo do Espírito Santo vai tentar negociar a inclusão das famílias de Vila Esperança no programa Minha Casa, Minha Vida. Os moradores da área de ocupação, situada na região de Jabaeté, em Vila Velha, fizeram protesto nesta segunda-feira (1º) em frente ao Palácio Anchieta, em Vitória, em busca de uma solução para a decisão judicial que definiu o despejo das pessoas que vivem no bairro.
Após receber os manifestantes, o governador Renato Casagrande se comprometeu a conversar com o ministro das Cidades, Jader Barbalho, para avaliar a viabilidade do projeto. Participaram da reunião a secretária de Direitos Humanos, Nara Borgo, e a Defensoria Pública.
Segundo o governo, em conversa com o prefeito de Vila Velha, Arnaldinho Borgo, foi identificado que a gestão municipal tem um terreno próximo à ocupação que poderia receber os imóveis. Pela proposta, o município então doaria a área, enquanto o Estado ficaria a cargo de realizar a infraestrutura exigida para que um terreno seja enquadrado no Minha Casa, Minha Vida.
Manifestantes de Vila Esperança em frente ao Palácio Anchieta, em Vitória
Manifestantes de Vila Esperança em frente ao Palácio Anchieta, em Vitória Crédito: Ricardo Medeiros
Segundo a líder comunitária Adriana Paranhos, conhecida como Baiana, aproximadamente 800 famílias vivem na ocupação. “Estamos há quase uma década e agora temos dez dias para sair, sem ter para onde ir. Só queremos um suporte para defender nossas casas”, afirmou.
O arquiteto urbanista Diogo Chagas, da associação Onze8, que assessora comunidades em projetos de habitação social, ressalta que o plano de desocupação homologado pela Justiça não contempla soluções dignas. “Queremos pressionar o governo a intervir. A decisão é desrespeitosa e não cobre o que as famílias precisam”, frisa.
A iniciativa de viabilizar o Minha Casa, Minha Vida surgiu após a mobilização de cerca de 200 pessoas que participaram do protesto em frente à sede do governo do Espírito Santo, tentando reverter a retirada das famílias prevista para o dia 9 de setembro. Uma nova reunião entre secretarias do Estado, prefeitura e Defensoria deve ser realizada nos próximos dias em busca de uma solução.

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