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Sem respostas

"Dor que nunca passa", diz mãe de jovem desaparecida há 7 anos em Vila Pavão

Katiane Renock Zava tinha 17 anos quando desapareceu, em julho de 2017 e a família convive com a dolorosa ausência; polícia afirma seguir investigando o caso

Publicado em 30 de Maio de 2025 às 17:34

Wilson Rodrigues

Publicado em 

30 mai 2025 às 17:34
Katiane Renock Zava tinha 17 anos quando desapareceu no Centro de Vila Pavão
Katiane Renock Zava tinha 17 anos quando desapareceu no Centro de Vila Pavão Crédito: Acervo familiar/ Montagem A Gazeta
"É uma dor que nunca passa." Esse é o relato de Luciane Renock Zava, 43 anos, mãe de Katiane Renock Zava, desaparecida desde a manhã de 24 de julho de 2017, após ser deixada pelo pai na rodoviária de Vila Pavão, no Noroeste do Espírito Santo. De lá, ela seguiria para a casa de uma jovem, onde compraria uma chapinha de cabelo. No entanto, Katiane não chegou ao destino e nunca mais foi vista. O caso, ocorrido há sete anos, segue cercado de mistério. 
O caso está parado. A polícia (Civil) disse que só vai retomar as buscas se tiver novas pistas. Durante esses sete anos, nunca tivemos respostas. Ninguém nunca falou nada"
Luciane Renock Zava - Mãe de Katiane, desaparecida há 7 anos
Katiane tinha 17 anos, e era filha única na época do desaparecimento. Após o ocorrido, os pais tiveram outra filha, que hoje tem dois anos e oito meses. "É uma dor que fica, sem a gente saber o que aconteceu. Depois que ela desapareceu, eu tive uma menininha. As pessoas me questionavam: 'essa daí não vai ocupar o lugar da outra?' E eu respondia: não vai mesmo, a outra é a outra e essa é essa. A Katiane é minha primogênita", disse Luciane, mãe da jovem desaparecida.
Katiane Renock Zava tinha 17 anos quando desapareceu no Centro de Vila Pavão
Katiane Renock Zava tinha 17 anos quando desapareceu no Centro de Vila Pavão Crédito: Acervo familiar
No dia do desaparecimento, segundo a mãe, a filha estava com o telefone do pai e deixou o celular dela em casa. O aparelho foi recolhido pela polícia, mas a família afirma nunca ter tido acesso ao conteúdo que havia nele. "A polícia pegou o telefone dela para perícia e, até hoje, não deram retorno de nada para nós. Já fomos atrás. Jogam a gente de um lugar para outro, e nada", disse a mãe da jovem desaparecida.
Luciane contou que a filha morava com a família na zona rural de Vila Pavão. No dia do desaparecimento, ela pegou carona com o pai, que seguia para Nova Venécia, onde tinha compromissos de trabalho. Ele deixou Katiane na rodoviária e voltaria para buscá-la à tarde, mas, ao retornar, ela não estava no local combinado.
Acreditando que a filha pudesse ter pegado alguma carona, ele seguiu sozinho para casa. "Quando ele chegou em casa sem ela, eu logo perguntei onde estava minha filha. Foi nessa hora que a gente começou a sair à procura dela, mas ninguém sabia de nada", disse a mãe da jovem.
A Polícia Civil informou que segue investigando o caso. Leia o posicionamento da corporação:

Na íntegra | Nota da Polícia Civil

As investigações e as diligências da Delegacia de Polícia (DP) de Vila Pavão estão em andamento, porém até o momento a jovem não foi localizada. A Polícia Civil ressalta que os policiais estão trabalhando com afinco, todos os dias, com objetivo de prestar o melhor serviço aos parentes das vítimas, não só desse caso, mas de todos que possuem inquérito em aberto na unidade.

Informações que possam auxiliar no trabalho de investigação de pessoas desaparecidas podem ser passadas de forma sigilosa por meio do Disque-Denúncia 181 ou pelo disquedenuncia181.es.gov.br, onde é possível anexar imagens e vídeos de ações criminosas.

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