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Desaparecimento

Família de Aracruz procura por homem surdo e mudo desaparecido

Wanderlan Batista de Góes, de 35 anos, sumiu no dia 1º de janeiro. Ele saiu de moto e não voltou mais para casa, no distrito de Jacupemba, em Aracruz

Publicado em 09 de Janeiro de 2019 às 14:42

Publicado em 

09 jan 2019 às 14:42
Wanderlan é surdo e mudo. Ele desapareceu no dia 1º de janeiro Crédito: Arquivo da família
A cada dia que passa, a família de Wanderlan Batista de Góes, de 35 anos, fica mais angustiada. Desaparecido desde o dia 1º de janeiro, o rapaz, que é surdo e mudo, simplesmente sumiu sem deixar pistas. No primeiro dia do ano, Wanderlan saiu de casa, no distrito de Jacupemba, em Aracruz, e esteve na praia de Coqueiral com alguns amigos. Quando foi embora, nunca mais foi visto.
O irmão dele, Wagner Alan Batista de Góes, contou que ele não tem problemas com ninguém e nunca havia sumido antes. “A família fica bem abalada, ninguém consegue se alimentar direito. No início do ano acontecer isso é muito difícil. A gente está correndo contra o tempo para encontrá-lo”, explicou Wagner.
Família de Aracruz procura por homem surdo e mudo desaparecido
Os familiares fizeram um boletim de ocorrência na 13ª Delegacia Regional de Aracruz. Mesmo assim, realizam buscas por conta própria em todo o litoral de Aracruz até Vitória. Seu irmão disse que recebeu ligações de pessoas contando que viram Wanderlan abastecendo a moto em um posto de combustível. Outra informação dá conta que ele foi visto fazendo sinais de que teria tido a moto roubada. Já outra ligação indicou que ele foi visto na orla de Barra do Sahy, em Aracruz.
Última foto de Wanderlan, enviada por um amigo Crédito: Arquivo da família
Na esperança de encontrar o irmão, Wagner distribui fotos dele em comércios da cidade onde moram e onde Wanderlan foi visto pela última vez. Mas, até o momento, não o encontraram. A preocupação da família é que o rapaz pode ter dificuldade em se comunicar, já que é surdo e mudo. “Ele deve estar muito desesperado, tentando achar alguma saída e nada, porque não consegue se comunicar com ninguém para pedir ajuda”, lamentou Wagner.
POLÍCIA CIVIL
Procurada, a Polícia Civil explicou que o caso é investigado pela Delegacia de Infrações Penais e Outras (Dipo) de Aracruz. “Até o momento, o jovem não foi encontrado. Outras informações ainda não serão passadas para não atrapalhar o andamento das investigações. Denúncias podem ser feitas por meio do Disque-Denúncia 181 ou pelo disquedenuncia181.es.gov.br, o sigilo e o anonimato são garantidos”, informa a nota.
 

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