Residencial Vila Velha apresenta falhas generalizadas na obra
O EMPREENDIMENTO
O QUE DIZ A DEFESA CIVIL
Caixa
Em relação ao Residencial Vila Velha, a CAIXA informa que após tomar conhecimento do fato, nesta manhã, imediatamente encaminhou uma equipe técnica ao local, para avaliação do ocorrido junto à Defesa Civil e ao responsável técnico pela obra, visando identificar as possíveis causas e os riscos envolvidos para as famílias.
No momento, a Defesa Civil avalia a possibilidade dos moradores retornarem às suas residências. Nesse período, a CAIXA, na condição de representante do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), prestará a assistência necessária aos moradores do bloco interditado até que a segurança das unidades seja atestada.
Esclarecemos ainda que, conforme regras previstas no Programa Minha Casa Minha Vida – Faixa I, o FAR se responsabilizará pelos reparos necessários, por meio da contratação emergencial de empresa para execução, que ocorrerá nos próximos dias, após a conclusão do diagnóstico e monitoramento que serão efetuados no prédio.
Histórico
O Residencial Vila Velha – Etapa 3 foi contratado com recursos do FAR (Fundo de Arrendamento Residencial), no âmbito do Programa “Minha Casa Minha Vida – Faixa I, e teve o contrato inicial assinado em 2010, com a Construtora R Carvalho Construções e Empreendimentos Ltda, que abandonou as obras.
Em consequência, à luz das regras do Programa, houve substituição da empresa, resultando na contratação, em 2012, da empresa Decottignes Construção e Incorporação Ltda, para a retomada das obras.
Entretanto, as obras foram paralisadas novamente, sendo necessário nova troca de empresa, e em 2014 a Solare Construtora Incorporadora Ltda assumiu o empreendimento, tendo concluído e entregue o mesmo em 2016.
As empresas, bem como os sócios, estão impedidas de operar com a CAIXA em novos projetos.
Defesa Civil de Vila Velha
A Defesa Civil de Vila Velha informa que em reunião com representantes da Defesa Civil Estadual, Bombeiros, Caixa e Crea definiu-se por manter a orientação de não ocupação do prédio por mais 72h, até que seja dado novo parecer de engenharia da edificação.