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Caminhoneiro critica proibição de comer ao ficar 21h em fila de porto no ES

Motorista reclama que não pôde se alimentar enquanto aguardava para carregar seu caminhão no Porto de Capuaba; empresa afirma estar cumprindo normas sanitárias

Publicado em 21 de Janeiro de 2025 às 17:59

Leticia Orlandi

Publicado em 

21 jan 2025 às 17:59
Em um vídeo que está circulando nas redes sociais, um caminhoneiro reclama da proibição de se alimentar na área do Porto de Capuaba, em Vila Velha. No seu relato, inclusive, ele fala que já estava na área portuária há mais de 21 horas aguardando o carregamento da carreta e, durante todo esse período, não pôde comer nada, tendo de ficar com fome.
No vídeo, o motorista Edival Vieira Alves mostra que o agendamento para carregar a carreta estava marcado para o dia 13 de janeiro, às 13 horas. Ele conta que chegou 10 minutos antes e ficou pelo menos até as 10 horas da manhã do dia seguinte – quando gravou o vídeo – impossibilitado de se alimentar.
“Aqui dentro não pode entrar ninguém para trazer uma alimentação. Não podemos sair para poder pegar uma marmita. Não tem um restaurante ou uma lanchonete e eles não aceitam que a gente abra a nossa gaveta. Tenho uma geladeira cheia de comida, só que eu não posso abrir a minha gaveta para eu fazer uma refeição. Estou desde ontem (segunda-feira) sem comida, porque, se eu parasse para almoçar, perdia o agendamento”, conta o caminhoneiro no vídeo.
O motorista acrescenta que, uma vez que entra na fila, não é possível sair para se alimentar, senão perde o agendamento. Por isso, pediu uma solução para os caminhoneiros que enfrentam o mesmo problema que ele.
Caminhoneiro critica proibição de comer ao ficar 21h em fila de porto no ES
Procurado para comentar a situação relatada pelo motorista, o Porto de Capuaba, operado pela Vports, explica que, como todos os terminais nacionais, funciona sob um rol de regras que asseguram a sua eficiência e a saúde de todos os envolvidos, sejam profissionais ou pessoas que terão acesso às cargas.
Por esse motivo, afirma que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) possui normas específicas e atuação presencial nos portos. A Vports ainda diz que busca garantir o cumprimento dessas normas, que proíbem a confecção, o trânsito e o manuseio de alimentos dentro das áreas portuárias sem a autorização dos órgãos sanitários.
"O ritmo de transbordo é ditado fundamentalmente pelos operadores, que são responsáveis por receber as cargas e liberar os caminhões. A Vports, autoridade portuária, acompanha essa atividade, buscando sempre o respeito e a valorização das pessoas, oferecendo estrutura e instalações necessárias para que as operações ocorram de forma adequada, em acordo com o que prevê o seu papel de autoridade portuária e as leis vigentes. Neste sentido, a empresa informa que, tão logo tomou conhecimento do ocorrido, notificou o operador portuário, para solução imediata", diz a nota.

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