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Casagrande reeleito

Empresários defendem investimentos em infraestrutura para o ES crescer

Confirmada a reeleição de Casagrande, lideranças empresariais também apontam a necessidade do Estado ampliar o estímulos à inovação e reduzir a burocracia nos próximos quatro anos

Publicado em 01 de Novembro de 2022 às 11:13

Caroline Freitas

Publicado em 

01 nov 2022 às 11:13
Reeleito para um terceiro mandato — segundo consecutivo — como governador do Espírito Santo, com 53,8% dos votos válidos, Renato Casagrande (PSB) deverá atuar em diversas frentes para que o Estado continue a crescer nos próximos anos. 
Entre as demandas do empresariado estão investimentos em infraestrutura e inovação, bem como o desenvolvimento de ações para impulsionar segmentos como logística, mobilidade urbana, indústria e comércio, entre outros.
Para a presidente da Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), Cris Samorini, investir em infraestrutura é fundamental para ampliar as vantagens competitivas do Estado. Nesse sentido, ela destaca algumas ações que devem ser tratadas com celeridade.
Palácio Anchieta, sede do governo do Espírito Santo, em Vitória
Palácio Anchieta: Casagrande vai governar por mais quatro anos Crédito: Hélio Filho / Secom
“Garantir a ampliação da malha ferroviária do Espírito Santo, tanto em direção ao Centro-Oeste brasileiro a partir da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), quanto em direção ao Sul do Espírito Santo, com a extensão da Estrada de Ferro Vitória a Minas até Anchieta, além de viabilizar a EF-118 de Anchieta e Presidente Kennedy, precisarão estar entre as prioridades do governo”, disse.
A Findes também avalia que é importante buscar a concessão e duplicação da BR-262 e a continuidade da duplicação da BR-101, pontos que foram listados pelo governador reeleito, nesta segunda-feira (31), como alguns dos objetivos para o próximo ano.
“É preciso que ambas as rodovias continuem entre as principais pautas do governo estadual – ainda que estejam na alçada federal - para que os investimentos sejam garantidos. Também temos como desafio ampliar a nossa capacidade portuária. Para isso, será preciso garantir e agilizar os serviços públicos necessários para a realização de projetos portuários que estão em andamento e os que venham a surgir.”
O avanço em projetos portuários também é uma demanda do setor do comércio exterior. O presidente do Sindicato do Comércio de Exportação e Importação do Espírito Santo (Sindiex), Sidemar Acosta, observa que o Estado está caminhando para uma melhora considerável da infraestrutura logística, citando por exemplo o Porto da Imetame, o Porto Central e a desestatização da Codesa. Entretanto, ainda há espaço para melhorar.
“Manter um ambiente favorável e competitivo é fundamental para que possamos estruturar operações e negócios, aumentar o potencial do Estado e atrair novas empresas e investimentos. Como entidade, sempre tivemos um diálogo muito aberto e transparente com o Governo do Espírito Santo, e temos certeza que os próximos quatro anos serão de grande desafios e oportunidades de crescermos juntos e continuarmos dando o protagonismo que o nosso Estado merece”, afirmou.
O empresariado também considera que, para que o Estado continue crescendo, o governo precisará ter como foco reduzir a burocracia, estimular a inovação e a competitividade das empresas capixabas, além de ampliar a qualificação da mão de obra em território capixaba.
O presidente da Federação das Empresas de Transporte do Espírito Santo (Fetransportes), Renan Chieppe pontuou que o Fórum das Entidades e Federações (FEF), que reúne as federações do Transporte, Indústria, Comércio e Agricultura, além do movimento empresarial Espírito Santo em Ação, prepara um documento em que lista uma série de temas considerados prioritários para os próximos quatro anos.
Contudo, adiantou que, a fim de potencializar o desenvolvimento do Estado, é preciso que haja mudanças em algumas questões que impactam o segmento de transportes: melhoria na eficiência e na segurança da mobilidade urbana da Região Metropolitana, otimização e desenvolvimento da infraestrutura de transporte e logística, bem como refino, armazenagem e distribuição de combustíveis.
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Espírito Santo (Fecomércio-ES), por sua vez, se colocou à disposição para contribuir com as pautas prioritárias que gerem desenvolvimento econômico e social para o Espírito Santo, “especialmente as que impactam diretamente o comércio de bens, serviços e turismo, como segurança, logística, infraestrutura, economia, saúde, qualificação profissional, inovação, entre outras.”
O presidente do Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor do Estado do Espírito Santo (Sincades), Idalberto Moro, observou que o segmento de comércio atacadista e distribuidor tem papel fundamental na geração empregos, renda e arrecadação de impostos, sendo um dos mais importantes para a economia capixaba, e destacou: “Temos desafios, mas há inúmeras oportunidades e um forte compromisso com o futuro do setor e com o fortalecimento da economia estadual”.

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