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Greve no INSS: saiba quais serviços e agências funcionam no ES

Movimento foi anunciado na manhã de terça-feira (16); categoria pede, entre outras reivindicações, reajuste salarial, incorporação das gratificações e jornada de 30 horas semanais

Publicado em 17 de Julho de 2024 às 12:10

João Barbosa

Publicado em 

17 jul 2024 às 12:10
Previdência Social
Prédio do INSS na Avenida Beira-Mar, em Vitória Crédito: Fernando Madeira
Apesar do anúncio da greve do Sindicato dos Trabalhadores Federais em Saúde, Trabalho e Previdência Social do Espírito Santo (Sindprev-ES), deflagrada na manhã de terça-feira (16), os serviços prestados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) não estão paralisados no Estado.
Segundo o órgão, todas as 29 agências do Estado estão em funcionamento e não há impacto diante do movimento grevista anunciado pelos servidores que, até o momento, não paralisaram as atividades. Ainda de acordo com o INSS, em caso de paralisação, mais de 100 serviços podem ser realizados de forma on-line, sem a necessidade de comparecimento a alguma agência.
“Os serviços podem ser realizados pela plataforma Meu INSS, que tem versão para celular (app), pelo site gov.br/meuinss pela Central de Atendimento 135, que funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h”, informou o instituto, sinalizando que os serviços citados incluem requerimentos e solicitações de auxílio por incapacidade temporária.
“O INSS orienta aos segurados e seguradas o uso do Atesmed (serviço de análise documental remota) nos casos de atendimento pericial visando auxílio-doença com afastamento de até 180 dias. Nos casos de perícia médica já marcada para benefício por incapacidade temporária o segurado será orientado a pedir conversão de agendamento de perícia para Atestmed”, complementou o órgão da previdência, esclarecendo que, para os demais casos, a orientação será voltada para reagendamento do atendimento pelo telefone 135 ou pelo Meu INSS.

A greve

greve foi anunciada pelo Sindprev-ES na manhã de terça-feira (16). Segundo o sindicato, entre as reivindicações feitas diante do governo federal, a base pede recomposição das perdas salariais, reestruturação de carreiras, cumprimento do acordo de greves anteriores, reconhecimento como carreira de Estado e nível superior para concursos.
Além disso, entre os tópicos, o Sindprev-ES pede incorporação das gratificações, jornada de 30 horas semanais, fim do teletrabalho e opções para trabalho remoto ou presencial, entre outras melhorias nas condições de trabalho.
Segundo o sindicato, o movimento grevista acompanha a Federação Nacional de Sindicatos de Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps), que, no sábado (13), após assembleia com 120 representantes de 14 Estados, deliberou pelo movimento nacional de paralisação.
Na tarde de terça-feira, os diretores da Fenasps se reuniram com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) para discutir sobre as reivindicações. Segundo a federação, houve avanço nas conversas com o ministério, mas alguns pontos ainda precisam de esclarecimento.
“Inicialmente, o governo falava em colocar todo o reajuste, que era de 9% mais 5%, totalmente no vencimento básico, extinguindo a gratificação de atividade executiva (GAE). Essa proposta foi refutada pela federação, e o governo recuou, o que nós avaliamos como um avanço”, disse Cristiano Machado, diretor da Fenasps, em comunicado nas redes sociais.
“O governo agora propõe o incremento da proposta salarial, que iria para 18% até abril de 2026. E mantém a GAE, mas o problema é que o reajuste está colocado na gratificação de desempenho de atividade do seguro social (GDASS) [...] o que mantém a estrutura regressiva do nosso contracheque, mantendo o vencimento básico muito baixo, prejudicando os trabalhadores da ativa e também os aposentados que teriam que trabalhar mais cinco anos para conseguir receber a nova média dessa GDASS”, complementou Cristiano.

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