JUSTIÇA DETERMINA REINTEGRAÇÃO
CONFIRA AS NOTAS DA FINDES E FEF NA ÍNTEGRA:
Findes
A Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes) manifesta o seu repúdio às invasões do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), nesta segunda-feira, 17 de abril, em duas áreas de propriedade da sua associada Suzano, em Aracruz, Norte do Espírito Santo. O ato ocorreu em áreas de cultivo de eucalipto da empresa e, portanto, violam o direito à propriedade privada. Repudiamos veemente as invasões a essas áreas, que são privadas e produtivas, em atos que acarretam prejuízos econômicos e sociais. Destacamos que a companhia cumpre integralmente a legislação brasileira, preza pelo desenvolvimento sustentável e gera aproximadamente 7 mil empregos diretos, mais de 20 mil postos de trabalho indiretos e renda para cerca de 37 mil pessoas da região. Além disso, por meio de seus projetos de responsabilidade social, a empresa tem contribuído fortemente para o desenvolvimento social nas comunidades sob sua área de influência, com diversos programas e projetos sociais, que alcançam mais de 73 mil participantes diretos e indiretos, em 49 comunidades, com um investimento de mais de R$ 17,5 milhões no ano de 2022. Reforçamos que tais invasões configuram um desrespeito injustificável às leis e é uma afronta ao Estado de Direito. Além disso, os atos estão em completo descompasso com o importante papel que a Suzano desempenha no desenvolvimento da economia local e nacional, sendo inclusive uma referência global no seu setor.
FEF
O Fórum das Entidades e Federações vem a público repudiar veementemente a invasão de duas propriedades produtivas e geradoras de emprego pelo Movimento do Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) no município de Aracruz, Espírito Santo. Na madrugada deste dia 17 de abril, uma série, de invasões em áreas privadas foram realizadas no país, dentre elas, duas propriedades da empesa Suzano, áreas devidamente legalizadas e absolutamente produtivas. O desrespeito às leis e ao direito fundamental de propriedade atacam profundamente os princípios da nossa democracia e não podem ser admitidos sob nenhuma hipótese. O FEF reforça a sua crença em garantir a segurança e a justiça, e espera que as devidas providências seja tomadas tanto para a retomada da posse das áreas invadidas quanto para que os envolvidos sejam processados e punidos.