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Inflação de março

Manga, tomate, ovo e café ficam mais caros no ES; entenda o motivo

IPCA do terceiro mês do ano foi de 0,53% na Grande Vitória, segundo dados do IBGE. No ano, índice inflacionário já alcança 2,41%

Publicado em 11 de Abril de 2025 às 16:23

Leticia Orlandi

Publicado em 

11 abr 2025 às 16:23
Após subir 1,51% em fevereiro, a inflação na Grande Vitória registrou alta de 0,53% em março, enquanto no país foi de 0,56%. Todos os grupos de produtos e serviços apresentaram pressão inflacionária, com destaque para alimentação e bebidas, que acelerou de 0,83% e despesas pessoais, com alta de 0,88% no mês de março.
No acumulado do ano, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)  já está em 2,41% na Grande Vitória. Entre os setores, o maior crescimento foi na educação, com 5,71%, seguido de alimentação e bebidas, que subiu 3,48% nos primeiros três meses do ano. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 
Em março, as maiores altas na categoria de alimentos foram do preço da manga, que subiu 36,33%, e do tomate, com alta de 17,78%. Também foi registrado impacto positivo de 17,87% em cinema, teatro e concertos. Outros destaques vão para o mamão (11,95), ovo de galinha (7,03%) e café moído (5,35%).
Manga, tomate, ovo e café ficam mais caros no ES; entenda o motivo
mangas
Manga registrou alta de 36% nos preços Crédito: Shutterstock/ Abubakkar14
“Para o tomate, com o calor dos meses de verão, houve uma aceleração na maturação, levando a antecipação da colheita em algumas praças. Sem essas áreas de colheita em março, houve uma redução na oferta, trazendo pressão de alta sobre os preços. Para os ovos, houve aumento por conta do custo do milho, base da ração das aves, além de estarmos no período de quaresma, com maior demanda por essa proteína”, explica Fernando Gonçalves, gerente da pesquisa.
Já o café moído acumula uma alta de 77,78% nos últimos 12 meses no país, “impulsionada pelo aumento do preço no mercado internacional dada a redução de oferta do grão em escala mundial, com a quebra de safra no Vietnã devido a adversidades climáticas, as quais também prejudicaram a produção interna”, destaca o gerente.

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