Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Maria Quitéria

Novo navio-plataforma da Petrobras no ES alcança metade do potencial de produção

A FPSO, que chegou ao Sul do Estado em outubro do ano passado, atingiu em julho a marca dos 50 mil barris por dia de petróleo. Embarcação está no processo de aumentar gradativamente sua produção

Publicado em 05 de Agosto de 2025 às 20:26

Leticia Orlandi

Publicado em 

05 ago 2025 às 20:26
Maquete da FPSO Maria Quitéria, que opera em Jubarte, no Espírito Santo
Maquete da FPSO Maria Quitéria, que opera em Jubarte, no Espírito Santo Crédito: Leticia Orlandi
Com produção de petróleo e gás iniciada em outubro do ano passado, o navio-plataforma Maria Quitéria, ancorado no Litoral Sul do Espírito Santo, atingiu metade da sua capacidade produtiva no último mês de julho. A unidade da Petrobras no campo de Jubarte, no Parque das Baleias, conseguiu produzir 50 mil barris de petróleo por dia no mês passado.
A capacidade produtiva da embarcação é de 100 mil barris de óleo do pré-sal por dia e de 5 milhões de metros cúbicos de gás. A unidade foi muito aguardada, sendo a principal esperança para aumentar a produção de petróleo e gás na porção capixaba da Bacia de Campos. O Estado vinha apresentando queda de produção ao longo dos anos, chegando a perder a posição do 2º maior produtor para São Paulo.
O gerente-geral da unidade de negócios da Petrobras no Espírito Santo, Guilherme Sargenti, afirmou que o FPSO atingiu a marca dos 50 mil barris/dia com apenas três poços em produção, dos oito que fazem parte do projeto. Ele explica que a unidade está em "ramp up" desde o início da operação, expressão usada no inglês para apontar um aumento gradativo da atividade. 
"A Petrobras está cada vez mais buscando antecipar esse pico da produção, o que está previsto para 2026, conforme o nosso cronograma inicial. Estamos muito felizes. Alcançamos essa produção com apenas com três poços. Para nós, o resultado é uma conquista e representa um aumento extremamente relevante para a produção do Espírito Santo", afirmou Sargenti.
Uma maquete da FPSO Maria Quitéria está em exibição no estande da Petrobras na Mec Show, feira do setor metal mecânico que está sendo realizada até quinta-feira (7) no Pavilhão de Carapina, na Serra. 
Sargenti acrescentou que a Petrobras está buscando antecipar cada vez mais o óleo futuro previsto no plano de negócios.
“Estamos com bastante sede para aumentar a relevância da nossa produção aqui no Estado, que é o terceiro maior produtor do Brasil. Temos investido muito no Maria Quitéria e em toda a curva de ‘ramp up’ para antecipar o quanto antes. Obviamente existem restrições, mas temos conseguido muito sucesso em adiantar essa elevação da produção dela e estamos cada vez mais confiantes que o pico será cada vez mais cedo, talvez no primeiro semestre do próximo ano”, afirmou.
Com 156 metros de altura e 333 metros de comprimento, o FPSO está instalado em lâmina d’água de 1.385 metros (profundidade entre a superfície e o fundo do mar), no campo de Jubarte. Tem capacidade de geração de 100 MW de energia, o suficiente para abastecer uma cidade de 230 mil habitantes.
Navio-plataforma Maria Quitéria chega ao Brasil
Navio-plataforma Maria Quitéria chega ao Brasil Crédito: Divulgação/Yinson

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem BBC Brasil
Governo Trump manda delegado da PF que ajudou ICE a prender Ramagem deixar os EUA
Agência do Banco do Brasil em Baixo Guandu voltou a funcionar normalmente
Agência do Banco do Brasil volta a abrir em Baixo Guandu
Viatura da Polícia Militar
Criminosos invadem obra e causam prejuízo de R$ 50 mil na Praia da Costa

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados