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Infraestrutura

Novo PAC: ministro garante ferrovia do ES até o Rio para conectar portos

Renan Filho, em visita ao Estado, anunciou que a duplicação da BR 262 também está no pacote de projetos e pode ser viabilizada com recursos do acordo de Mariana

Publicado em 17 de Outubro de 2023 às 19:05

Leticia Orlandi

Publicado em 

17 out 2023 às 19:05
Investimentos na malha ferroviária estão no pacote de obras do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no Espírito Santo, apresentados pelo governo federal, com recursos que somam R$ 43 bilhões para o Estado.
Com o ramal da EF 118 garantido de Santa Leopoldina até Anchieta, com previsão de dois anos para inícios das obras, o governo federal trabalha agora para estender o ramal até o Rio de Janeiro, de maneira a permitir a ligação de portos do Espírito Santo ao Rio de Janeiro
Durante o lançamento do novo PAC em Vitória nesta terça-feira (17), o ministro dos Transportes, Renan Filho, afirmou que o governo está dialogando para ampliar a EF 118, o que vai possibilitar a ligação do Estado a cinco portos, incluindo o Porto do Açu, em São João da Barra, e ao Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).
"Nós vamos avançar no modal ferroviário no Espírito Santo. Vamos conectar os portos do Espírito Santo às mais modernas ferrovias do Brasil e trabalhar para conectar o Espírito Santo ao Rio de Janeiro. Isso vai dar ao Espírito Santo novas possibilidades para o seu desenvolvimento, para escoar uma parcela ainda mais significativa do que o Brasil produz. Vocês já escoam minério. Mas podem escoar muito mais se nós tivermos uma integração ferroviária eficiente e estamos trabalhando na EF 118", detalha.
Nova ferrovia vai conectar EFVM (Santa Leopoldina) a Anchieta
Nova ferrovia vai conectar EFVM (Santa Leopoldina) a Anchieta Crédito: Vale/Divulgação
O governador Renato Casagrande avalia que integração é vital para o Espírito Santo. "Cria expectativa de resolver problemas antigos", destaca.

Recursos de Mariana para destravar BR 262

Outra obra importante para a logística do Espírito Santo é a duplicação da BR 262, intervenção que também está no pacote do novo PAC. O ministro dos Transportes Renan Filho destaca que o governo está fazendo o projeto, mas diz que é uma solução de engenharia complexa. 
"Vamos direcionar parte dos recursos de Mariana (do rompimento da barragem da Samarco) para resolver definitivamente a duplicação da BR 262. A gente precisa ter o projeto da 262 pronto para não ficar com uma situação delicada. Faço um apelo ao governador e à bancada federal para a gente trabalhar juntos para soltar o projeto pronto quanto antes para a gente ter obra na BR 262, em 2024, e também concluir o projeto da BR 259", pontua Renan.

R$ 43 bilhões para o ES

O novo PAC do governo federal para o Espírito Santo foi apresentado em evento em Vitória, com a presença dos ministros da Casa Civil, Rui Costa, e dos Transportes, Renan Filho, e o governador Renato Casagrande. O ministro Rui Costa afirma que, no total, serão investidos no Estado R$ 43 bilhões, já destinados a 47 obras.
As intervenções incluem a barragem do Rio Jucu, a ampliação do Hospital Universitário da Ufes, o projeto público de duplicação e estudo de concessão da BR 262, a finalização da nova unidade de produção de petróleo e gás natural no Parque das Baleias, do Contorno de Serra em Mestre Álvaro (BR 101) e do novo Hospital Geral de Cariacica. O ministro Rui Costa explica que o valor e o número de obras vão aumentar com os projetos escolhidos pelos editais do "Novo PAC Seleções".
Ministro da Casa Civil, Rui Costa, e ministro dos Transportes Renan Filho no lançamento do PAC no ES
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, ressalta os investimentos para o Estado Crédito: Fernando Madeira
“No novo PAC também estão previstos recursos necessários para obras que, mesmo seguindo em um calendário normal, não estejam concluídas até 2026. Se o país quiser crescer ao longo de muitos anos, incluindo milhares de brasileiros, precisamos pensar em investimentos sustentáveis e isso se faz com planejamento, é planejar verdadeiramente um Estado. Para isso, precisamos de tempo, de planejamento a longo prazo e é isso que nós queremos fixar com o planejamento do novo PAC”, acrescenta Rui Costa.

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