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Desafio da mudança

O medo engessa e burocratiza empresas, diz executivo em evento de A Gazeta

Pedro Englert,  CEO da StartSe, companhia voltada a estreitar relacionamentos entre grandes corporações e startups, participou da apresentação da nova A Gazeta

Publicado em 22 de Outubro de 2019 às 18:37

Vinícius Valfré

Publicado em 

22 out 2019 às 18:37
Pedro Englert , CEO da Startse, em apresentação da nova A Gazeta Crédito: Ricardo Medeiros
A velocidade com que os ciclos se fecham, o manancial de oportunidades e desafios trazidos pela internet e a mudança na maneira como consumidores se relacionam com marcas e produtos. Tudo isso exige novas posturas dos mercados e mais coragem para transformar antigos processos.
Essa é uma síntese das reflexões trazidas por Pedro Englert ao evento por meio do qual a Rede Gazeta apresentou seus novos produtos ao mercado. Ele é CEO da StartSe, companhia voltada a estreitar relacionamentos entre grandes corporações e startups.
"Se a gente acha que o mundo mudou muito, esperem pra ver no ano que vem. Esperem para ver daqui a dois anos. Vai mudar muito mais. A gente vive uma das maiores transformação que qualquer geração já enfrentou. Os ciclos estão ficando mais curtos e mais intensos", discursou.
Englert tem a experiência de alguém que foi sócio da XP Investimentos, CEO do portal Infomoney e também que já passou um período sabático, em 2016, no Vale do Silício, na Califórnia. Ele defende que as organizações sejam focadas no desenvolvimento permanente, admitindo novas tendências e modelos.
"O novo cenário exige que a gente tenha uma nova atitude, repense a forma como fazemos as coisas. As empresas sofrem porque não estão preparadas para se desenvolverem constantemente. Estão preparadas para pegar aquilo que deu certo e para ter cada vez mais ganho de eficiência em cima daquilo. O foco deve ser no motivo por que eu faço. 'Eu faço jornal impresso? Não, eu faço comunicação e vou me comunicar da melhor forma possível'", disse.
O tamanho da influência da internet nas relações sociais e comerciais é um forte sinal de como está é um indício de como tornou-se difícil fazer previsões de médio prazo. Ao mesmo tempo em que as transformações são necessárias, elas são também difíceis, frisou o executivo.
É por isso, diz ele, que empresas costumam ser tomadas por medo. E esse movimento entra em conflito com as necessidades modernas. E aí os estudos revelam que enquanto organizações permaneciam por 60 anos nos rankings de maiores do planeta agora ficam 15.
"Quando a gente perde a fé e começa a entrar no medo, a gente começa a engessar, burocratizar. E o movimento que mais existe dentro das empresas é o do medo. Ninguém consegue evoluir com medo, ninguém evolui com segurança. Inovar é experimentar caminhos diferentes, ir a lugares que não foi", disse o executivo.
O evento da Rede Gazeta contou, ainda, com Luiz Henrique Mota, diretor de parcerias do Google Brasil. Ele falou sobre a importância do bom jornalismo para o buscador. Na apresentação, diretores da Rede Gazeta detalharam os novos produtos jornalísticos da casa.
Empresários e autoridades do Estado também estiveram no evento, e avaliaram que A Gazeta se antecipou às tendências com os lançamentos dos novos produtos e a atualização da versão digital.

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