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Transformação digital

Petrobras terá internet 4.5 G em plataformas de petróleo no mar do ES

Além da cobertura das unidades, está prevista a oferta da tecnologia, que é mais avançada que o 4G, no entorno dos navios para permitir a conectividade de sondas e embarcações; saiba mais

Publicado em 20 de Julho de 2021 às 10:22

Caroline Freitas

Publicado em 

20 jul 2021 às 10:22
Plataforma P-58, da Petrobras, no Litoral Sul do Espírito Santo
Plataforma P-58, da Petrobras, no Litoral Sul do Espírito Santo Crédito: JOÃO PAULO CEGLINSKI/AGÊNCIA PETROBRAS/Divulgação
Petrobras vai investir em uma rede de internet 4.5G nas plataformas de petróleo no litoral do Espírito Santo, que permitirá a conexão entre sondas e embarcações no entorno das áreas de exploração e produção. A tecnologia, que é uma versão mais avançada do 4G, faz parte das iniciativas de transformação digital das áreas de negócio da companhia.
Tanto as áreas localizadas na Bacia do Espírito Santo, quanto na Bacia de Campos e na Bacia de Santos serão atendidas. Além da cobertura no entorno das plataformas, para permitir a conectividade de sondas e embarcações, a rede também será ofertada dentro das unidades.
Segundo a Petrobras, com o uso da tecnologia LTE (Long Term Evolution) haverá ampla cobertura em áreas operacionais, habilitando novas aplicações de otimização de processos, redução de exposição das equipes de campo em áreas classificadas, uso de especialistas remotos, aumento da segurança operacional, entre outras.
O contrato também prevê a disponibilização da conexão em áreas onshore (terra) da companhia, como refinarias, armazéns logísticos, usinas termelétricas, unidades de tratamentos de gás e centro de pesquisa, na Região Sudeste. As primeiras instalações onshore estão previstas para ocorrer ainda este ano, de acordo com as prioridades de cada unidade.
A nova rede permitirá a conectividade para uma vasta gama de serviços de mobilidade, como o uso de dispositivos com aplicações embarcadas nas áreas operacionais e dados em tempo real, drones de inspeção, IoT (internet das coisas), realidade mista com especialistas remotos, uso dos wearables, aplicações 3D, entre outros.
Segundo a Vivo, empresa responsável pela implementação do projeto, a rede privativa 4.5G aumenta taxas de tráfego de alto volume e reduz atrasos, ao mesmo tempo em que garante a qualidade do serviço, tornando possível a utilização baseada em internet das coisas.
“A solução é essencial em atividades que precisam de conectividade com alta disponibilidade, mobilidade e segurança para ambientes de missão crítica. Por ser um serviço móvel, garante flexibilidade e rápida configuração das linhas de produção quando comparado ao cabo ou Wi-Fi com cobertura limitada.”
Ainda segundo a operadora, a conexão já permite às empresas a adequação à indústria 4.0. Contudo, reforça que a eventual chegada do 5G, agregará ainda mais na experiência das empresas que utilizarem a futura tecnologia.
Conforme explicou o especialista em tecnologia Gilberto Sudré, a rede é uma versão mais avançada do 4G, mas ainda não alcança a capacidade do 5G, cuja frequência ainda precisa ser leiloada no país. O leilão, inicialmente previsto para ocorrer no primeiro semestre deste ano, ainda não tem data para sair do papel, embora o Ministério das Comunicações afirme ser uma das prioridades para o ano.
“A 4G tem uma faixa de frequência própria, que permite transmitir certa quantidade de informações. As operadoras, para dar alguma melhoria aos seus clientes, continuam utilizando as frequências do 4G, só que a forma como transmitem essa informação é melhorada, e então surge o 4.5G, que permite alcançar velocidades maiores, com a mesma infraestrutura do 4G, ou com poucas adaptações”, explicou Sudré.
Com a eventual disponibilização do 5G, entretanto, as empresas que quiserem fazer a transição precisarão investir em uma nova infraestrutura para ter acesso à superconexão.
“Cada uma dessas tecnologias - 3G, 4G, 5G -, tem uma faixa de frequência de funcionamento, e uma forma de transmissão, então, quando há uma transição, é preciso fazer modificações.”

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