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Quase o dobro do Brasil

PIB do ES cresce 5,7% em 2023 impulsionado por alta na indústria

O resultado calculado é quase o dobro do aferido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o Brasil no ano passado, que ficou em 2,9%

Publicado em 06 de Março de 2024 às 17:56

Leticia Orlandi

Publicado em 

06 mar 2024 às 17:56
Samarco
Quarta usina de pelotização da Samarco, em Anchieta: setor teve alta em 2023 Crédito: Carlos Alberto Silva
O bom desempenho da indústria no Espírito Santo em 2023 foi um dos fatores que contribuiu para o Estado alcançar um crescimento de 5,7% no acumulado do ano do Produto Interno Bruto (PIB) no ano de 2023. O resultado calculado pelo Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) é quase o dobro do aferido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o Brasil no ano passado, que ficou em 2,9%.
Segundo a análise realizada pelo IJSN, o setor que mais contribuiu para a expansão da economia estadual foi a indústria geral, que teve alta de 11%. Na indústria, os resultados positivos foram intensificados pela produção do setor extrativo (+20,5%), que repercutiu os crescimentos das áreas de petróleo (+23,2%) e gás natural (+22,7%), e da pelotização de minério de ferro pela Vale (+31,7%) e pela Samarco (+11,6%). A alta do setor industrial foi suavizada pela retração de -3,6% do setor de transformação.
Em valores correntes, a estimativa do PIB nominal do Espírito Santo no quarto trimestre de 2023 foi de R$ 58,2 bilhões. Em valores acumulados, o PIB totalizou R$ 230,2 bilhões em 2023, o maior valor da série histórica. 
PIB do ES cresce 5,7% em 2023 impulsionado por alta na indústria
“Estamos vivenciando um cenário muito positivo na economia capixaba, com crescimento expressivo em setores importantes, como a indústria. No momento em que o Estado assiste à redução na taxa de desocupação, aliada ao aumento da renda média do trabalho, registramos também um avanço do PIB que é quase o dobro da média nacional”, destacou o diretor-geral do Instituto Jones dos Santos Neves, Pablo Lira.
Outros setores também tiveram resultados positivos e contribuíram para o desempenho do Estado. O comércio varejista ampliado teve alta de 9,3%, enquanto o setor de serviços registrou expansão 7%. De acordo com análise do IJSN, a expansão da economia estadual só não foi maior porque a agropecuária recuou 3,5% em relação ao ano anterior.
O desempenho do comércio foi determinado pelas altas de 3% no varejo restrito e de 23,5% nas vendas de veículos, motocicletas, partes e peças. Já o crescimento nos serviços foi influenciado pelos acréscimos de 9,7% em serviços profissionais, administrativos e complementares e 9,3% em transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio.
Na agropecuária, segundo o diretor presidente do IJSN, Pablo Lira, dos 10 produtos analisados, seis tiveram queda na safra e quatro, alta. Destaques para alta de 16,7% no cacau, 8,3% do coco, 3,2% de pimenta-do-reino. As maiores quedas na safra foram no café arábica (-24,7%) — tanto pela bienalidade negativa e efeitos climáticos —, café conilon (-11,1%) e mamão (-17,5%). 

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