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Operação em 2025

Plataforma elétrica no mar capixaba terá produção de petróleo mais verde

Jean Paul Prates, presidente da Petrobras, falou sobre o potencial de produção do navio-plataforma que o Espírito Santo vai abrigar a partir de 2025

Publicado em 19 de Setembro de 2023 às 16:59

Leticia Orlandi

Publicado em 

19 set 2023 às 16:59
Prevista para começar a operar em 2025, o navio-plataforma Maria Quitéria vai ter capacidade de produzir 100 mil barris de petróleo por dia. O diferencial do navio-plataforma do tipo FPSO (sistema flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo) que vai operar no pré-sal do Parque das Baleias, na porção capixaba da bacia de Campos será a produção de um petróleo mais verde, produto considerado premium.
A plataforma será a primeira da Petrobras do tipo elétrica com ciclo combinado de geração de energia da companhia, que vai resultar em menor emissão de gases do efeito estufa. Com as novas tecnologias, a estimativa da estatal é que o navio-plataforma deixe de emitir mais de 5 milhões de toneladas de CO² (gás carbônico), ao longo da operação. 
Pelo fato de ser menos poluente, a expectativa é que o petróleo produzido no Espírito Santo na plataforma elétrica tem potencial de ter maior valor agregado, se tornando um produto premium no mercado.
Plataforma elétrica no mar capixaba terá produção de petróleo mais verde
A informação foi divulgada pelo presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, em entrevista exclusiva para A Gazeta. Ele esteve em Vitória nesta segunda (18) participando da comemoração dos 15 anos de exploração do pré-sal. Atualmente, a retirada do óleo em águas ultraprofundas responde por 78% da produção brasileira.
“É uma instalação de altíssimo nível, moderníssima, que contribui para um petróleo descarbonizado, para a produção de hidrocarboneto em geral mais descarbonizada. E isso nos leva para um patamar que, no futuro, a gente deverá implementar globalmente, que é petróleo mais caro, petróleo como prêmio por serem descarbonizados. Refinarias, compradores de petróleo em geral e, inclusive nós, deveremos receber prêmio e bônus, eventualmente, pelos mercados por produzir petróleo como esse aqui do Espírito Santo”, pontua. 
Para a gerente geral da Unidade de Negócios de Exploração e Produção do Espírito Santo, Eduarda Lacerda, o próprio petróleo produzido pela FSPO Maria Quitéria vai ser um petróleo diferente também por conta dessa trabalho de transição energética. “A gente vai ter um petróleo com menos pegada de carbono”, frisa.
Petrobras
Eduarda Lacerda, gerente da unidade de negócios de exploração e produção da Petrobras no ES Crédito: Carlos Alberto Silva

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