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Dói no bolso

Preço da gasolina segue subindo e beira R$ 8 em cidades do ES

Pesquisa feita pela Agência Nacional do Petróleo mostra que postos capixabas já vendem o combustível por R$ 7,99

Publicado em 28 de Abril de 2022 às 08:06

Vinícius Brandão

Publicado em 

28 abr 2022 às 08:06
Abastecimento de combustível: erro de posto gerou indenização
Abastecimento de combustível: litro da gasolina nas bombas do Estado chega a ser vendido a R$ 7,99 Crédito: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Encher o tanque de gasolina está cada vez mais difícil e doloroso para o bolso do brasileiro. O preço da gasolina subiu pela segunda semana seguida e atingiu novo recorde nos postos de combustíveis pelo Brasil, mostram os dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
No Espírito Santo, em média, o litro do combustível estava sendo vendido a R$ 7,52 na semana entre os dias 17 e 23 de abril de acordo com a agência. No entanto, em alguns municípios, o preço chega a R$ 7,83 em média, como é o caso de Cachoeiro de Itapemirim, no Sul capixaba. Por lá também foi registrado o maior preço. Em um dos postos analisados, a gasolina era vendida a R$ 7,99 o litro.
No Brasil, ainda de acordo com a ANP, o preço médio do litro da gasolina ficou em R$ 7,27, o que representa uma alta de 0,70% em relação à semana anterior. Trata-se do maior valor nominal pago pelos consumidores desde que o órgão passou a fazer levantamento semanal de preços, em 2004.
A ANP pesquisou o preço da gasolina em 103 postos de combustíveis em vários municípios do Estado (Confira a lista abaixo). O litro mais barato foi encontrado em postos localizados em Vila VelhaSerra e Vitória, onde o combustível é comercializado a partir de R$ 7,27.
Já o valor mais elevado encontrado nas cidades pesquisadas foi em um estabelecimento em Cachoeiro de Itapemirim, onde o litro do combustível chega a ser vendido a R$ 7,99. Em Guarapari, chega a 7,84.
A disparada dos preços dos combustíveis ocorre em meio à forte alta nos preços internacionais do petróleo após a Rússia ter invadido a Ucrânia, impactados pela oferta limitada frente à demanda mundial por energia.
Desde 2016, a Petrobras adota o chamado PPI (Preço de Paridade de Importação), após anos controlando os preços, principalmente durante o governo Dilma Rousseff. O controle de preços era um jeito de frear a inflação, mas acabava por trazer prejuízos a petroleira.  
Na política atual de preços, os valores cobrados pelas refinarias se orientam pela flutuação dos preços do barril de petróleo no mercado internacional e do câmbio.

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