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Renda da população cresce no ES e desigualdade atinge menor patamar em 12 anos

Dados do IBGE mostram que rendimento habitual dos capixabas atingiu R$ 3.124 em 2024; já um dos índices que medem a desigualdade é o menor desde 2012

Publicado em 08 de Maio de 2025 às 18:01

Leticia Orlandi

Publicado em 

08 mai 2025 às 18:01
orçamento, dinheiro, gastos, despesas, finanças
Rendimento médio habitual de todas as atividades dos capixabas teve aumento de 3,7% em relação ao período anterior Crédito: Shutterstock
A renda média dos trabalhadores do Espírito Santo continuou crescendo em 2024. Depois de superar pela primeira vez a casa dos R$ 3 mil em 2023, no ano passado o rendimento médio habitual de todas as atividades dos capixabas foi de R$ 3.124, um aumento de 3,7% em relação ao período anterior.
Em comparação ao início da série histórica, em 2012, o valor representa um crescimento de 16,6%. O resultado do Estado é superior à média do Brasil (R$ 3.057). 
As informações são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua sobre Rendimento de Todas as Fontes, divulgada nesta quinta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Os dados do IBGE também mostram que a desigualdade diminuiu no Espírito Santo, atingindo o menor patamar em 12 anos, desde o início da série histórica.
Renda da população cresce no ES e desigualdade atinge menor patamar em 12 anos
O Índice de Gini do rendimento domiciliar per capita, a preços médios do ano, chegou a 0,483 em 2024. Em 2019, o Estado tinha a maior desigualdade, com Gini em 0,52. Esse indicador mede a concentração de renda e varia de 0 (máxima igualdade) a 1 (máxima desigualdade).
Já o rendimento mensal domiciliar per capita cresceu no Espírito Santo, atingindo o valor de R$ 2.068. Esse é o maior valor da série histórica e representa um crescimento de 5,4% em relação a 2023.
O Estado tem o nono maior rendimento médio per capita do país. A primeira colocação é do Distrito Federal (R$ 3.276), seguido por São Paulo (R$ 2.588).
Ainda no ano passado, a massa de rendimento per capita, que é a soma de todos os rendimentos da população, chegou a R$ 8,8 bilhões.

Transferência de renda

Segundo o IBGE, o rendimento médio mensal real domiciliar per capita era diferenciado quando comparados os domicílios que recebiam ou não algum programa de transferência de renda, especialmente quando o benefício era do Programa Bolsa Família.
No Espírito Santo, o rendimento médio mensal real domiciliar per capita nos domicílios que recebiam o Bolsa Família, em 2024, foi de R$ 790, e naqueles que não recebiam foi de R$ 2.352.
Para os domicílios que recebiam o Benefício de Prestação Continuada (BPC), previsto na Lei Orgânica de Assistência Social (BPC-Loas) o rendimento médio domiciliar per capita foi de R$ 1.154 e para os que não recebiam, R$ 2.112.
Por sua vez, nos domicílios que recebiam outros programas sociais o rendimento médio foi de R$ 1.056, frente a R$ 2.082 naqueles que não recebiam.

Concentração de renda

No Espírito Santo, a análise da concentração de renda por meio da distribuição por classes de rendimento domiciliar per capita mostrou, em 2024, que as pessoas que estavam no último percentil de rendimento, ou seja, aquelas que faziam parte do 1% da população com rendimentos mais elevados (na faixa média mensal real de R$ 19.277) recebiam, em média, 24,3 vezes o rendimento da metade da população com as menores faixas (cujo rendimento médio mensal real era R$ 793).

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