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Efeitos colaterais

Setor de serviços sente a crise e amarga queda de 7,4% em 2020 no ES

Síndrome gripal causada pelo novo coronavírus fez o setor de serviços provocou diversos efeitos colaterais no segmento, que não conseguiu reagir e recuperar as perdas do início do ano

Publicado em 11 de Fevereiro de 2021 às 11:03

Redação de A Gazeta

Publicado em 

11 fev 2021 às 11:03
Carreata
Transportes foi um dos segmentos que mais sentiu os efeitos da crise Crédito: Ascom/Sistema OCB/ES
O setor mais afetado pelo distanciamento social, medida adotada para conter a pandemia de Covid-19, os serviços encerraram 2020 com queda de 7,4% no Espírito Santo, informou nesta quinta-feira (11) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). No país, o setor amargou retração de 7,8%, resultado médio acima do Estado capixaba.
O resultado veio acima do projetado pelo mercado. Analistas ouvidos pela Bloomberg esperavam retração de 3,1%. Considerando apenas o mês de dezembro, os serviços se manteve estável, com 0,2% no país.
De acordo com o IBGE, dezembro o setor apresentou leve alta, avançando 0,6% no Espírito Santo, resultado melhor que novembro, que apresentou -0,1%, mas insuficiente para reverter o quadro de crise generalizada que dominou o segmento em 2020 diante da Covid-19.
A síndrome gripal causada pelo novo coronavírus provocou efeitos colaterais grandes em praticamente todos os segmentos. Em comparação com dezembro de 2019, a área econômica mais atingida foi a de serviços prestados à família, que apresentou queda de 15,4%. No ano, o setor fechou com contração de 27,9%.
O segundo mais prejudicado é o de serviços administrativos que encolheu 8,6% em 2020, apesar de ter crescido 9,9% em dezembro em comparação com o mês do ano anterior.
Transportes também caiu, fechando o ano com resultado negativo de 4,8%. Em dezembro, a Pesquisa de Serviços mostrou retração de 1,8%.

RESULTADO NO PAÍS

O resultado em dezembro no Brasil foi praticamente estável, ficando com 0,2%. Em novembro, o setor havia crescido 2,6%, alta insuficiente para recuperar as perdas decorrentes da pandemia nos meses anteriores.
Os novos casos de Covid-19 e a presença de uma nova e mais contagiosa variante do vírus no Brasil ainda devem impactar a retomada do setor de serviços, que responde por cerca de 70% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro e é o principal empregador da economia nacional.
Com informações da Agência Folha.

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