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Trabalhadores da saúde encaram longa fila contra taxa de sindicato no ES

Para não ter desconto no salário,  profissionais precisaram ir presencialmente à sede da entidade e muitos ainda tiveram documentos recusados

Publicado em 19 de Outubro de 2023 às 18:14

Eduarda Lisboa

Publicado em 

19 out 2023 às 18:14
Trabalhadores da área da saúde enfrenta fila para entregar pessoalmente uma carta escrita de próprio punho a fim de evitar cobrança de taxa sindical.
Trabalhadores da área da saúde enfrentaram fila para entregar carta escrita de próprio punho em sindicato Crédito: Vitor Jubini
Trabalhadores da área da saúde precisaram enfrentar uma fila quilométrica, em Vitória, durante horas, nesta quinta-feira (19), para evitar o desconto no salário das taxas cobradas pelo sindicato da categoria. Além de terem que entregar presencialmente uma carta de próprio punho para fugir da contribuição, profissionais que estavam no local relataram que documentos com mais de 10 anos de expedição ou em modelos digitais não estavam sendo aceitos pela organização sindical como comprovantes de identidade. 
A situação envolveu profissionais ligados ao Sindicato dos Trabalhadores em Hospitais e Empresas de Saúde Filantrópicas e Privadas no Estado do Espírito Santo (Sintrasades), que precisaram justificar presencialmente, na sede da entidade, na Cidade Alta, a não adesão às taxas que estão sendo cobradas. Segundo informação dos profissionais ouvidos pela reportagem de A Gazeta, uma taxa de 1% de contribuição assistencial seria descontada do salário todos os meses até outubro de 2024. Situação semelhante já havia ocorrido com o mesmo sindicato em 2021.
Por exigência do sindicato, de acordo com os trabalhadores, aqueles que não quiserem ter as taxas cobradas pela entidade e descontadas no contracheque precisam entregar pessoalmente uma carta escrita de próprio punho na sede da entidade.
Entretanto, de acordo com alguns profissionais, o Sintrasades não estaria aceitando os documentos digitais, além de carteira de trabalho e identidade que foram expedidos há mais de 10 anos. 
“É um absurdo! Eu fui avisada que teria que comparecer aqui ontem (quarta-feira, 19). E depois de enfrentar essa fila enorme ainda tive meus documentos negados. Não tem como fazer uma identidade nova de um dia para o outro. Muitas pessoas aqui vão sair prejudicadas. É um desrespeito a nós, trabalhadores”, reclamou Valdireide Breciane, profissional de limpeza em uma clínica da Grande Vitória.
A Gazeta tentou contato com o Sintrasades, mas não houve retorno até a publicação da reportagem. 

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