As unidades de briquete vão funcionar onde, nas últimas décadas, operaram as pelotizadoras 1 e 2, como já divulgou A Gazeta. A expectativa é de que a operação de uma das duas plantas seja iniciada ainda neste terceiro trimestre.
Ainda de acordo com a mineradora, após a etapa de comissionamento, as duas plantas terão uma capacidade total de 6 milhões de toneladas do produto por ano. O briquete verde é formado por minério de ferro e uma solução de aglomerantes (materiais que "dão liga"), que inclui, em sua composição, areia do tratamento de rejeitos de mineração e é resistente a altas temperaturas.
De acordo com a Vale, o briquete poderá reduzir em até 10% a emissão de gases do efeito estufa (GEE) na produção de aço de seus clientes siderúrgicos e diminui a emissão de gases como dióxido de enxofre (SOX) e óxido de nitrogênio (NOX), além de dispensar o uso da água na sua produção.
O investimento é de cerca de US$ 182 milhões — o equivalente a R$ 872,2 milhões na cotação desta quarta-feira (19).
A Vale foi procurada para fornecer mais detalhes, mas disse, por meio de sua assessoria, que, no momento, não dispõe de outras informações sobre o projeto.