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Na Curva da Jurema

Algas que emitem luz azul chamam a atenção e encantam canoeiros no mar de Vitória

A "maré azul" ocorre quando microorganismos vivos, chamados de plânctons, emitem luz. É possível presenciar o fenômeno apenas uma vez ao ano, geralmente entre os meses de fevereiro a março
Nayra Loureiro

Publicado em 

15 mar 2024 às 14:31

Publicado em 15 de Março de 2024 às 14:31

Parece até efeito especial de filme de ação, mas é vida real! Uma turma de praticantes de canoa havaiana presenciou um fenômeno raro (e encantador) na noite desta quarta-feira (13), na praia da Curva da Jurema, em Vitória: a chamada bioluminescência, que só acontece uma vez ao ano.
O efeito, que parece cinematográfico, ocorre quando microorganismos vivos, chamados de plânctons, emitem luz. “Esses pequenos organismos ficam na superfície marinha e, quando há disponibilidade de oxigênio, eles produzem essa luz a partir de reações do próprio funcionamento”, explicou a bióloga Natália Vieira.
Os canoeiros se prepararam para ver o fenômeno na noite dessa quarta-feira (13)
Os canoeiros se prepararam para ver o fenômeno na noite dessa quarta-feira (13) em Vitória Crédito: Pablo Campos
A especialista esclareceu ainda que o fenômeno costuma acontecer nos meses de fevereiro ou março, época de reprodução dos microorganismos. “Eles tendem a se reproduzir mais quando estão em águas quentes e ricas em nutrientes”, disse.
Tiago Barros, dono do clube de canoagem, já viu o fenômeno outras vezes e sempre faz questão de proporcionar a experiência para os alunos. “Eu gosto muito de compartilhar com eles a experiência dos plânctons, para eles poderem ver, brincar, se divertir, além de mergulhar com tudo azul. É incrível", descreveu ele em entrevista ao repórter Vinícius Colini, da TV Gazeta.
O pequeno Pedro Calejo, de apenas 10 anos, confirmou que a experiência é única. “Eu amei. Achei muito bom. Como não gostar, né? A água fica toda azul, parece com águas-vivas passando”, expressou o garoto.

"Maré azul"

O fenômeno, que lembra a iluminação de pontos de led, já foi noticiada por A Gazeta e também é conhecido como "maré azul". Em 2021, também na Curva da Jurema e neste período do ano, a oceanógrafa Even Aguiar se deparou com os pontinhos brilhantes ao cair na água para remar. 
Na época, o biólogo Daniell Motta explicou que esta situação ocorre por uma combinação de fatores e é desencadeado de uma reação química de defesa desses seres microscópicos. Segundo ele, essas algas possuem a proteína luciferina, que está presente em todos os seres vivos bioluminescentes, caso do vaga-lume, que emite uma luz mais esverdeada.
*Com informações do repórter Vinícius Colini da TV Gazeta

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