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Em Cariacica

Advogado é preso por repassar recado de presos no ES em operação contra o PCV

Facção é investigada por manter esquema criminoso com repasses de ordens por meio de advogados e familiares durante visitas em unidades prisionais

Publicado em 22 de Maio de 2025 às 17:47

Bruno Nézio

Publicado em 

22 mai 2025 às 17:47
Um advogado foi preso nesta quinta-feira (22), em Cariacica, por repassar ordens de criminosos presos a integrantes em liberdade da facção Primeiro Comando de Vitória (PCV). A prisão ocorreu durante uma operação do Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), que revelou como líderes da organização continuam a comandar atividades ilícitas de dentro do sistema prisional capixaba, com apoio de visitas e do uso indevido das prerrogativas profissionais da advocacia. O nome do advogado não foi divulgado. 
As investigações apontam que mensagens com comandos sobre tráfico de drogas, aquisição de armamentos e outros crimes saíam das unidades prisionais por meio de advogados e familiares. Os recados eram transmitidos aos membros da facção que atuam fora da prisão, mantendo a estrutura criminosa em funcionamento mesmo com seus principais líderes encarcerados.
Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em Cariacica, além de três prisões preventivas, incluindo a do advogado. A ação teve como foco a coleta de provas que confirmam o envolvimento de presos na gestão de crimes como tráfico, corrupção de agentes públicos e porte ilegal de armas.
As diligências revelaram ainda que a organização atua de forma estruturada e contínua, com divisão de funções entre os integrantes, tanto dentro quanto fora dos presídios. A prática de usar advogados para driblar a vigilância e manter a comunicação da facção é um dos principais alvos da investigação.
Advogado é preso por repassar recado de presos no ES em operação contra o PCV
O cumprimento dos mandados foi autorizado pela 1ª Vara Criminal de Viana e acompanhado por representantes da Comissão de Prerrogativas da OAB-ES. As investigações seguem sob sigilo judicial.
A reportagem solicitou mais informações para a Ordem do Advogados do Brasil no Espírito Santo. Assim que houver resposta, este texto será atualizado.

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