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Tiro nas costas

Capixaba assassinada em shopping na Paraíba é enterrada em Vitória

Mayara Valéria Barros foi atingida nas costas por um homem que havia pedido emprego para ela; sepultamento ocorreu nesta segunda-feira (15)

Publicado em 15 de Janeiro de 2024 às 18:04

Mikaella Mozer

Publicado em 

15 jan 2024 às 18:04
Capixaba Mayara Barros foi morta a tiros no restaurante em que trabalhava em João Pessoa (PB)
Capixaba Mayara Barros foi morta a tiros no restaurante em que trabalhava em João Pessoa (PB) Crédito: Reprodução
A capixaba Mayara Valéria Barros, de 37 anos, assassinada em um shopping de João Pessoa, na Paraíba, na sexta-feira (12) foi enterrada no Cemitério de Maruípe, em Vitória, por volta das 17h30, nesta segunda-feira (15). O velório da vítima aconteceu no mesmo local, com a presença de amigos e familiares.
Outro velório restrito à família e aos amigos aconteceu no sábado (13), em João Pessoa, de acordo com familiares. Depois disso, foi feito o transporte do corpo para a Capital do Espírito Santo, cidade natal da gerente. As informações são do g1 PB e da TV Cabo Branco.
Em entrevista a reportagem de A Gazeta, a irmã de Mayara, que não quis ser identificada, contou que a morte da gerente abalou toda a família. "Abriu um buraco e eu nem sei o que fazer, mas enterramos ela em um lugar lindo. Agora ela está em paz", contou. 

O crime

Mayara era gerente de uma loja no centro comercial Mangabeira Shopping e morreu no local, após ser baleada nas costas enquanto trabalhava na praça de alimentação. O suspeito do crime, Luiz Carlos Rodrigues dos Santos, afirmou em depoimento à polícia que atirou após não ter sido selecionado para trabalhar no estabelecimento no qual Mayara coordenava, conforme Agência FolhaPress. Ele disse ter se sentido "discriminado".
Luiz também chegou a fazer dois reféns no local. Antes de atirar contra a capixaba, ele chegou a pedir um prato de comida no restaurante.
Ele se entregou após negociação com a polícia e teve a prisão em flagrante convertida em preventiva, em audiência de custódia realizada no sábado (13). A decisão, assinada pela juíza Daniere Ferreira de Souza, do Tribunal de Justiça da Paraíba, aconteceu após ser considerada a existência de provas sobre do crime.

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