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Operação no ES

CyberCafé: como agia grupo que invadia contas para desviar dinheiro no ES

O grupo criminoso, que foi alvo da operação da Polícia Federal nesta quarta (22), atuava principalmente para empresas do ramo de café e invadia contas bancárias pela internet

Publicado em 22 de Junho de 2022 às 08:45

Daniel Pasti

Publicado em 

22 jun 2022 às 08:45
Polícia Federal deflagrou a operação CyberCafé nesta quarta-feira (22)
Imóveis foram alvo da operação CyberCafé da Polícia Federal no Espírito Santo nesta quarta-feira (22) Crédito: Divulgação/PFES
grupo criminoso especializado em fraudes bancárias pela internet que foi alvo de uma operação da Polícia Federal nesta quarta-feira (22) atuava majoritariamente para empresas de café do Espírito Santo, desviando valores de contas bancárias ou fazendo pagamentos de boletos. Ao todo, foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão no Estado, além de outros sete em demais estados brasileiros e dois mandados de prisão temporária em Florianópolis-SC e Araraquara-SP. 
Conforme a Polícia Federal, o grupo criminoso era composto por três núcleos: Hackers ou Atacantes, Intermediadores e Beneficiários. Eles invadiam contas bancárias via internet para desviar valores ou para quitar boletos, sobretudo de dívidas trabalhistas junto à Secretaria Estadual de Fazenda do Espírito Santo (Sefaz/ES).
Segundo a corporação, os Hackers ou Atacantes acessavam de forma ilegal as contas bancárias das vítimas, a partir de um ataque pushing ou por acesso remoto. Assim, eram desviados valores para as contas dos beneficiários ou para pagamentos de boletos da Sefaz.
Polícia Federal deflagrou a operação CyberCafé nesta quarta-feira (22)
Polícia Federal deflagra a operação CyberCafé nesta quarta-feira (22) Crédito: Divulgação/PFES
Já os intermediários, também de acordo com a polícia, eram responsáveis por recrutar os beneficiários, dos quais recebiam as quantias que eram frutos das fraudes. Uma parcela desses montantes obtidos com os crimes era repassada aos Hackers.
Também foram executadas medidas de sequestro de bens como veículos, imóveis, criptoativos e contas bancárias no valor de R$ 6 milhões. Segundo a Polícia Federal, os mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos seguintes lugares:
  • 4 em Vila Velha
  • 2 em Guarapari
  • 2 em Venda Nova do Imigrante (Região Serrana)
  • 1 na Serra
  • 1 em Conceição do Castelo (Região Serrana)
  • 1 em Pinheiros (Região Norte)

BENS APREENDIDOS

A polícia acrescentou que a ação criminosa do grupo gerou um "enorme prejuízo financeiro a vários bancos e empresas", além de frustrar o pagamentos de impostos, que foram indevidamente quitados com valores das contas alvo das fraudes.
Os investigados na operação poderão responder aos crimes de furto qualificado mediante fraude, lavagem de dinheiro e associação criminosa. A pena, caso sejam condenados, pode chegar a 21 anos de prisão.
Como agia grupo que invadia contas para desviar dinheiro no ES

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