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Violência

Despedida de diarista morta em Vila Velha é realizada com caixão fechado

Durante o velório de Iraci de Souza Teixeira, o caixão não pôde ser aberto devido ao estado de decomposição em que o corpo foi encontrado

Publicado em 03 de Maio de 2025 às 15:40

Redação de A Gazeta

Publicado em 

03 mai 2025 às 15:40
Iraci de Souza Teixeira, conhecida como Graça, estava desaparecida desde a manhã de sábado
Corpo de Iraci de Souza Teixeira foi encontrado em uma cova rasa em um terreno em Vale Encantado, mesmo bairro onde morava Crédito: Bernardo Bracony
Centenas de amigos e familiares de Iraci de Souza Teixeira, de 66 anos, se reuniram na tarde deste sábado (3) para o velório da diarista, que foi assassinada em Vila Velha. A despedida precisou ser realizada com o caixão fechado devido ao adiantado estado de decomposição em que o corpo foi encontrado na última quinta-feira (1), em uma cova rosa de um terreno em Vila Encantado. 
Conforme informações do repórter Cristian Miranda, da TV Gazeta, o caixão chegou ao cemitério Parque da Paz, na Ponta da Fruta, por volta das 14 horas e o velório durou apenas 45 minutos, também em razão das condições do corpo. Logo depois, foi realizado o enterro.
"É um sentimento de angústia, de tristeza, de muita tristeza, porque levaram um pedaço da gente. Foi tirado um pedaço da gente", desabafou Fábio Teixeira, um dos filhos da diarista, a quem se referia como uma guerreira. 
"A minha mãe começou a trabalhar em casa de família. Aí, ela fazia faxina e criou os três filhos sozinha. Quando separou do meu pai, minha irmã mais nova tinha nove meses. Então, criou os três filhos sozinha. A minha mãe fazia faxina, aprendeu a profissão de manicure e com muito esforço, graças a Deus, conseguiu montar o salão. Com muito esforço, muito trabalho. Então, ela era muito guerreira, um exemplo de mulher. Minha mãe sempre foi um exemplo de mulher", ressaltou Fábio, para a TV Gazeta, durante o velório. 

Entenda o caso

Iraci de Souza havia desaparecido no último sábado (26) após sair de casa, em Vale Encantado, para uma caminhada. A diarista foi fazer a atividade física numa região conhecida como "Reta do Vale", perto da Escola Municipal Joffre Fraga, e não voltou mais. O corpo dela seria encontrado apenas na quinta-feira, já em estado avançado de decomposição, por um amigo da família que ajudava nas buscas. 
As investigações apontaram que o corpo apresentava sinais de agressão. Segundo o investigador Walter Santana, havia afundamento bilateral no crânio, e as mãos e os pés estavam amarrados com uma camisa branca, com os braços para trás.
Uma chave foi encontrada junto ao corpo, mas o cartão de crédito que Iraci levava não foi localizado. Os trabalhos iniciais da perícia, realizados ainda no local onde o corpo foi encontrado, apontaram, segundo o investigador, que provavelmente as lesões foram provocadas por um instrumento contundente.
A Polícia Civil investiga a possível ligação de um homem preso por porte ilegal de arma na última quinta-feira om a morte da diarista. O suspeito foi detido pela Polícia Militar nas proximidades da casa onde a vítima morava.
Segundo o titular da Delegacia Especializada de Pessoas Desaparecidas, delegado Luiz Gustavo Ximenes, a prisão ocorreu horas após o corpo de Iraci ter sido encontrado em um terreno no final da rua Monte Sinai, próximo à Rodovia Leste-Oeste.

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