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Investigação

Dono da casa onde estavam short e bermuda de taxista é preso no ES

Polícia segue avançando nas investigações sobre o assassinato do profissional de 77 anos de idade, mas motivação do crime ainda não foi revelada

Publicado em 05 de Setembro de 2024 às 14:36

Beatriz Caliman

Publicado em 

05 set 2024 às 14:36
No destaque, o taxista Jamiro Alberto da Silva, de 77 anos.
Imagem maior: última vez em que taxista foi visto com vida | Imagem menor: rosto da vítima Crédito: Montagem A Gazeta
O segundo suspeito de envolvimento na morte de um taxista de 77 anos foi preso em Cachoeiro de ItapemirimSul do Espírito Santo, nesta quinta-feira (5). Ele é o dono da casa onde um short e um boné do motorista foram encontrados enquanto o caso ainda era tratado como desaparecimento — dias depois Jamiro Alberto da Silva, que atuava na cidade de Alegre, foi achado morto no município de Muqui, também no Sul capixaba.
Ele não teve o nome divulgado, mas as autoridades policiais informaram que tem 19 anos, é irmão do primeiro homem já preso e foi encontrado na localidade de Santa Fé, em Cachoeiro de Itapemirim. Ele era considerado foragido e foi levado para a Delegacia Regional da cidade.
De acordo com o 9º Batalhão da Polícia Militar, que efetuou a segunda prisão, a ação foi possível graças a denúncia anônima via 181 e informações das agências de inteligência.

A primeira prisão

Mãe dos irmãos acabou detida

O jovem preso hoje estava na casa da mãe. Ao perceber a presença da polícia, tentou fugir, mas caiu em uma ladeira atrás do imóvel. Durante a prisão, a Polícia Militar disse que a mãe dele tentou interferir, empurrando os policiais e desobedecendo ordens para se afastar e acabou detida. O suspeito foi levado ao Pronto Atendimento (PA) de Marbrasa devido aos ferimentos da queda, e depois encaminhado com a mãe para a Delegacia Regional de Cachoeiro de Itapemirim.

Namorada também detida

A Polícia Militar disse que, na ação que prendeu o segundo suspeito, a namorada dele também acabou detida, mas ainda não há informações sobre o motivo pelo qual ela foi levada à delegacia. A reportagem demandou a Polícia Civil para mais detalhes sobre o caso e o encaminhamento dado às duas mulheres, mas a resposta é de que a ocorrência ainda estava em andamento no fim da tarde desta quinta-feira (5). O suspeito de 19 anos será encaminhado ao presídio já que contra ele havia um mandado de prisão.

O que diz o 1º suspeito preso

De acordo com as investigações, o suspeito de 25 anos e a família foram os últimos passageiros do taxista. Durante depoimento, ele e a esposa confirmaram que embarcaram no táxi em Alegre por volta das 15h do dia desaparecimento, com destino a Santa Fé, em Cachoeiro de Itapemirim, e depois a Muqui. O suspeito afirmou que, ao chegar em Muqui, deixou a esposa na casa da sogra e, com o irmão, foi comprar cigarros e fraldas. Na versão dele, os irmãos continuaram a viagem com o taxista, mas o motorista os deixou em uma estrada após algumas paradas e retornou sozinho. O suspeito e o irmão voltaram para a casa da sogra e não tiveram mais contato com o taxista.
A esposa do primeiro suspeito preso chegou a ser ouvida, mas foi liberada, uma vez que "não havia indícios suficientes para afirmar a participação no crime", relatou a Polícia Civil.
RESUMO DO CASO
  • Jamiro estava desaparecido desde 27 de agosto quando saiu para uma corrida. O carro dele, um Volkswagen Voyage de cor branca, foi encontrado incendiado na manhã seguinte, em uma estrada na região de Santa Fé, em Cachoeiro de Itapemirim.

  • Um homem de 25 anos, último passageiro de Jamiro, foi detido em cumprimento de mandado de prisão temporária um dia após o crime.

  • No dia 29 de agosto, um boné e um short do taxista foram encontrados na localidade de São Gabriel, em Muqui. O imóvel onde estavam os pertences é de propriedade do jovem de 19 anos preso nesta quinta-feira (5) em Cachoeiro de Itapemirim.

  • No dia 2 de setembro, o corpo de Jamiro foi localizado em Muqui, e o caso — que  era tratado como desaparecimento — passou a ser investigado como possível latrocínio (roubo seguido de morte).

  • Apesar das duas prisões já realizadas, a motivação do crime ainda é desconhecida. O caso segue em investigação.

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