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Justiça

Dupla é condenada por homicídio ligado ao tráfico em Bom Jesus do Norte

A vítima, João Vítor da Silva Medeiros, foi morta com disparos de arma de fogo em plena luz do dia, em 2021; penas superam os 20 anos de prisão

Publicado em 08 de Agosto de 2025 às 21:32

Beatriz Caliman

Publicado em 

08 ago 2025 às 21:32
Vista aérea de Bom Jesus do Norte
O crime ocorreu em plena luz do dia, na pacata cidade de Bom Jesus do Norte Crédito: Luciney Araújo
Acusados de matar um homem em 2021 em Bom Jesus do Norte, André Duprat Tatagiba de Carvalho Brasil e Márcio Batista Martins foram condenados a mais de 20 anos de prisão na última terça-feira (5), pelo Tribunal do Juri no Fórum Criminal do município. A vítima, João Vítor da Silva Medeiros, foi morta com disparos de arma de fogo em plena luz do dia por conta da disputa pelo tráfico de drogas na cidade. Os réus, que estavam presos preventivamente, cumprirão a pena em regime inicial fechado.
Segundo o Ministério Público do Espírito Santo (MPES), André Duprat Tatagiba de Carvalho Brasil foi condenado a 20 anos de reclusão por homicídio qualificado — por motivo fútil e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima. Já Márcio Batista Martins recebeu 24 anos de reclusão por homicídio qualificado por motivo fútil. O órgão divulgou que sustentou as provas apresentadas na denúncia, consideradas decisivas para a condenação dos réus pelos jurados.

O homicídio

O crime foi motivado por uma disputa por pontos de tráfico de drogas no município. João Vítor, a vítima, teria assumido um ponto de venda anteriormente controlado por André Tatagiba, que havia retornado à cidade e tentava retomar o domínio da área. A investigação apontou que os réus eram integrantes da facção Terceiro Comando Puro (TCP), enquanto João Vítor pertencia ao Comando Vermelho (CV). 
De acordo com o  MPES, o crime aconteceu a mando de Márcio Batista Martins, conhecido como “Boi Ramiro” – identificado como líder da organização na região. Além de ser o mandante, Martins forneceu a arma e as munições utilizadas no crime.
A reportagem tenta localizar a defesa e o espaço segue aberto para um posicionamento.

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