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Caso Íris

Enfermeira morta no ES: veja ponto a ponto do depoimento de suspeito preso

Cleilton Santana dos Santos foi detido na quinta-feira (18), uma semana após o corpo da mulher, que estava grávida de oito meses, ter sido encontrado

Publicado em 19 de Janeiro de 2024 às 10:04

Júlia Afonso

Publicado em 

19 jan 2024 às 10:04
Cleilton Santana dos Santos
Cleilton Santana dos Santos, de 27 anos, preso suspeito de matar a enfermeira Íris Rocha de Souza, que estava grávida de 8 meses Crédito: Reprodução | Rede social
Após ser preso em Viana na quinta-feira (18), Cleilton Santana dos Santos, principal suspeito de matar a enfermeira grávida Íris Rocha de Souza, de 30 anos, prestou depoimento no Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DEHPP). A Gazeta teve acesso ao documento e mostra, ponto a ponto, o que o ex-companheiro da vítima alegou.
  • Questionado se cometeu o crime no dia 11, em Alfredo Chaves, ele disse que não, e ainda afirmou que não visitava a cidade há três anos;
  • Ele disse que começou a namorar Íris em abril de 2023, e depois de dois meses o casal passou a morar junto, terminando no dia 4 de outubro de 2023;
  • No dia seguinte, Íris foi à delegacia registrar uma ocorrência de violência doméstica, relatando que o namorado havia dado um "mata-leão" nela. Questionado sobre isso, Cleilton negou. Ele disse que registrou um boletim no dia 10 de outubro, contra Íris, por denunciação caluniosa;
  • No documento registrado por Íris, ela disse que já foi ameaçada por Cleilton com uma arma e que ele seria policial militar; sobre isso, o suspeito disse que não era PM, mas era conhecido como "soldado Santana" por já ter servido ao Exército de 2015 a 2017. Ele ainda afirmou que a arma que tem é registrada;
  • Questionado sobre onde estava nos dias 10 e 11 de janeiro, ele falou que durante o dia estava na casa de uma parente e à noite trabalhou como motorista de aplicativo.
O corpo de Íris foi localizado no dia 11 de janeiro em uma estrada rural de Alfredo Chaves, no Sul do Estado. Ele tinha marcas de tiros no tórax e estava coberto de cal. Não havia documentos dela, apenas um cartão com o nome Íris. Por conta disso, a polícia só localizou a família quatro dias depois. Na terça-feira (16), a enfermeira foi enterrada junto com a bebê, que se chamaria Rebeca. 
Muito querida, Íris fazia mestrado em Ciências Fisiológicas na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e coordenava uma pesquisa em um hospital de Vitória. Na quarta-feira (17), policiais fizeram buscas na casa de Cleilton, em Vitória. No dia seguinte, ele foi preso em Viana. Segundo o advogado, o suspeito estava indo se entregar na Delegacia de Alfredo Chaves, que investiga o caso. 

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