Um homem de 43 anos foi assassinado a tiros nas dependências de uma cooperativa de reciclagem de lixo onde ele trabalhava, em Alto Santo Antônio, Santa Teresa, na Região Serrana do Espírito Santo. O crime aconteceu na tarde de segunda-feira (18). Uma representante da firma informou que tudo aconteceu durante o horário de almoço. A Polícia Militar disse que, conforme relatos de testemunhas, Neilson Barcellos dos Santos foi chamado por um homem na entrada da empresa, e ao ir ao encontro do indivíduo, foi baleado pelo suspeito no pescoço e nas costas. Ele chegou a ser levado para um hospital, mas não resistiu.
A PM disse que, após testemunhas apontarem quem seria o possível atirador, a corporação ouviu a companheira do suspeito. Ela contou aos policiais que a filha dela – que morava e trabalhava com a vítima – teve uma discussão com o padrasto na semana passada. Durante a briga entre eles, Neilson teria tentado defender a companheira, mas o suspeito do crime pediu que ele não interferisse na discussão e ameaçou a vítima.
Testemunhas contaram aos policiais que no dia do crime o suspeito foi à cooperativa e chamou Neilson para conversar. O homem acabou assassinado quando foi atender o indivíduo. A PM disse que, após o assassinato, o atirador fugiu para uma região de mata e não foi localizado naquele momento. O corpo da vítima foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML), da Polícia Científica.
A empresa onde Neilson trabalhava informou e que a situação não foi vista pela gerência, apenas ouvimos os disparos. "Infelizmente não temos muitas informações e estamos aguardando as autoridades competentes esclarecem com a investigação", frisou. Em redes sociais, a cooperativa divulgou uma nota de pesar. Veja abaixo:
A Polícia Civil disse que o caso segue sob investigação da Delegacia Regional de Santa Teresa e até o momento, nenhum suspeito foi detido. "Informações podem ser compartilhadas de forma sigilosa por meio do Disque-denúncia (181), que é uma linha de contato gratuita, disponível em todos os municípios do Estado. As informações passadas pela comunidade podem ser cruciais para o avanço das investigações", destacou a corporação.