Um homem de 23 anos foi detido na manhã desta quinta-feira (15), após a polícia encontrar 1.564 pinos de cocaína junto de outras drogas no bairro Cid Moreira, em Guaçuí, no Sul do Estado. Os entorpecentes seriam comercializados em festas na própria cidade e no município vizinho, de Dores do Rio Preto.
A ação foi realizada após denúncias anônimas informarem que um homem estava transportando entorpecentes. De acordo com o Terceiro Batalhão da Polícia Militar, o suspeito foi abordado em um carro na BR 482, próximo ao trevo na entrada de Guaçuí. Com ele, havia quatro pinos de cocaína.
Depois, na residência dele, foi localizada "uma bucha de maconha e um projétil deflagrado no guarda-roupa”. Já no segundo andar do imóvel, a cadela Alga (da PM) apresentou uma mudança de comportamento no muro perto da lavanderia. No local, foi encontrada a mochila com os pinos de cocaína.
Além do entorpecente, os policiais também encontraram 358 microtubos vazios, uma balança de precisão e materiais para embalo de drogas. A corporação acredita que a cocaína e a maconha tenham saído da região de Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro.
TRÁFICO DE DROGAS
A Delegacia da Polícia Civil de Guaçuí informou que já vinha investigando, há cerca de dois meses, um homem que residia no bairro Cid Moreira, e que estaria comandando o tráfico de drogas na região do Vale do Sol.
Nesta quinta-feira (15), a corporação recebeu a informação de que o suspeito tinha recebido uma grande quantidade de drogas para ser comercializada em festas que acontecerão nos próximos dias.
A PC esclareceu que o material apreendido foi encaminhado à Delegacia Regional de Alegre, e o veículo usado pelo suspeito foi guinchado para um pátio credenciado do Departamento Estadual de Trânsito do Espírito Santo (Detran-ES). Os entorpecentes irão para o laboratório de química legal para serem analisadas e, depois, incinerados.
Já o suspeito de 23 anos foi autuado em flagrante por tráfico de drogas. Ele será encaminhado ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de Cachoeiro de Itapemirim, ficando à disposição da Justiça e da autoridade policial que preside as investigações. O nome dele não foi divulgado.