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Em Piúma

Integrantes de facção do Bairro da Penha são presos em operação

Quatro homens foram detidos no Litoral Sul, em Piúma. Segundo a polícia, os presos são da gangue Trem Bala, braço armado de facção criminosa que domina o tráfico de drogas

Publicado em 06 de Outubro de 2019 às 19:32

Raquel Lopes

Publicado em 

06 out 2019 às 19:32
Operacao em Piúma prende integrantes de facção do Bairro da Penha, em Vitória Crédito: Divulgação / Leitor
Quatro acusados de integrar a facção Primeiro Comando de Vitória (PCV) foram presas, na tarde deste domingo (06)  em Piúma, litoral Sul do Estado. Segundo a polícia, os detidos são da gangue Trem Bala, braço armado do grupo criminoso. 
A operação foi realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Delegacia Especializada da Polícia Civil no Espírito Santo (Denarc). Segundo a Polícia Rodoviária Federal, eles estavam foragidos desde operação Leviatã, realizada no Bairro da Penha, na capital, na última quarta-feira (2).
Informações dão conta de que, inicialmente, todos tinham fugido para o estado do Rio de janeiro, e que, em retorno para o Espírito Santo, esconderam-se no centro do município de Piúma. "Dessa forma, equipes da PRF foram até a localidade e cumpriram o mandado de prisão contra quatro dos foragidos da Polícia capixaba", disse a PRF em nota.
Os nomes dos quatro presos não foram informados pela polícia. A Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Sesp) vai dar mais detalhes da operação em coletiva na manhã desta segunda-feira (07). 

OPERAÇÃO LEVIATÃ II

Uma megaoperação das polícias Civil e Militar terminou com 31 pessoas detidas, entre elas dois adolescentes, na noite da última quarta-feira (02). A ação ocorreu no Bairro da Penha, em Vitória, com objetivo de capturar suspeitos de terem participação em ataques realizados nos municípios de Serra e Vitória.
Os mandados são referentes às investigações de ataques que ocorreram em fevereiro a uma empresa que fornece alimentos para os presídios, em Cariacica; a um coletivo, incendiado em Nova Almeida, em Serra; e ao veículo incendiado da reportagem de uma rede de televisão, em maio; Outro ataque foi em junho, um incêndio a residências no morro da Piedade. 
Os ataques ocorreram a mando dos líderes do Primeiro Comando de Vitória (PCV), que controla o tráfico de drogas nos bairros da Penha, Bonfim, São Benedito, Consolação, Itararé e Gurigica. 
De acordo com a polícia, o PCV é liderado por Carlos Alberto Furtado da Silva, o Beto, que está preso na Penitenciária de Segurança Máxima II, em Viana. Detido desde 2013, Beto lidera a organização criminosa que domina o Complexo da Penha.
A Operação Leviatã II tem o nome como referência ao filósofo político Thomas Hobbes, que relata que só existe um poder constituído, o Estado. E esse poder constituído deve se opor a qualquer outro que venha tentar se estabelecer.

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