Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Lei Maria da Penha

Investigador da polícia é preso acusado de perseguir ex-namorada

Policial foi autuado em flagrante na sexta-feira (12) por descumprimento de medida protetiva e perturbação da tranquilidade

Publicado em 14 de Fevereiro de 2021 às 22:25

Publicado em 

14 fev 2021 às 22:25
Delegacia da Mulher de Vila Velha
Delegacia da Mulher de Vila Velha, onde investigador trabalhava Crédito: Leandro Tedesco/TV Gazeta
O investigador da Polícia Civil Rogerio Gomes foi preso na noite da última sexta-feira (12) acusado de perseguir a ex-namorada, descumprindo medida protetiva. O instrumento previsto na Lei Maria da Penha determina que o homem que ameaça ou agride uma mulher mantenha distanciamento mínimo da vítima. 
Desde setembro de 2020, Rogerio Gomes não poderia se aproximar da residência da ex-namorada. Mas na sexta-feira (12), foi autuado em flagrante por descumprimento de medida protetiva e perturbação da tranquilidade. Consta na ocorrência policial que a vítima se queixa que, além de descumprir constantemente a restrição de aproximação, o investigador tem enviado mensagens com ameaças e agressões psicológicas.  
A Polícia Civil informou que a prisão foi realizada pela Corregedoria Geral da Polícia Civil e o flagrante foi convertido no último sábado (13), na audiência de custódia, em prisão preventiva – na qual o acusado pode ficar preso por até 180 dias, durante a investigação.
Ainda segundo nota da PC, o servidor se encontra na Unidade Prisional da Polícia Civil e uma investigação sumária está em andamento na corregedoria. 
Segundo fontes ouvidas pela reportagem, o policial atuava na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Vila Velha, que investiga, justamente, crimes de violência doméstica, previstos na Lei Maria da Penha. A Polícia Civil ainda não confirmou o local atual de trabalho do investigador. 
A reportagem também questionou a Polícia Civil se o servidor poderia ser afastado das suas funções. Em nota, o órgão não respondeu à pergunta, mas reiterou que "repudia atitudes que vão contra os preceitos éticos e legais da corporação e da Legislação Brasileira de modo geral".
Pelo telefone que o acusado costumava usar, a reportagem tentou contato com familiares dele para ouvir sua defesa, mas não houve retorno. O advogado que o representou na audiência de custódia também foi procurado, mas não foi localizado. A matéria poderá ser atualizada, caso a defesa se manifeste.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Juninho do Mandela participou de ataque a uma delegacia no Rio em 2012
Comando Vermelho: chefe do tráfico no Rio é preso em Guarapari
Imagem de destaque
Tiradentes: 5 filmes para entender a Inconfidência Mineira e sua importância histórica
Mais de 100 kg de maconha são apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) nesta terça-feira (21)
Casal é detido com mais de 100 kg de maconha na BR 101, em Guarapari

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados