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Lei Maria da Penha

Justiça decide sobre liberdade de policial preso por perseguir ex-namorada

O réu é o policial civil Rogerio Gomes, preso desde o dia 12 de fevereiro. A audiência será de instrução e julgamento, mas também será analisado o  pedido de liberdade provisória

Publicado em 11 de Março de 2021 às 15:51

Glacieri Carraretto

Publicado em 

11 mar 2021 às 15:51
Delegacia da Mulher de Vila Velha
Delegacia da Mulher de Vila Velha Crédito: TV Gazeta
A Justiça decidirá nesta sexta-feira (12) se mantém a prisão do policial civil acusado de descumprir medida protetiva contra a ex-namorada, na Grande Vitória. O acusado, Rogerio Gomes, que trabalha na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Vila Velha, foi detido em flagrante e teve a prisão convertida em preventiva na audiência de custódia. 
O crime aconteceu no dia 12 de fevereiro. Desde setembro de 2020, Rogerio Gomes não poderia se aproximar da residência da ex-namorada. No entanto, naquele dia, segundo registro policial,  além de descumprir a restrição de aproximação, o policial também teria  enviado mensagens com ameaças e agressões psicológicas.
Ele foi detido por policiais militares e levado à Corregedoria da Corporação. Ele foi autuado em flagrante pelo descumprimento da medida protetiva e encaminhado para a Unidade Prisional da Polícia Civil, localizada em Vila Velha. No dia seguinte, a juiza de plantão, Brunella Faustini Baglioli,  converteu a prisão em flagrante em preventiva. 
No dia 03 de março, Rogerio tornou-se réu na ação penal, uma vez que o Ministério Público o denunciou e a juíza da 9ª Vara Criminal, Hermínia Silveira Azoury, recebeu a denúncia.  
Pelo telefone que o acusado costumava usar, a reportagem de A Gazeta tentou contato com familiares dele para ouvir sua defesa, mas não houve retorno. O advogado que o representou na audiência de custódia também foi procurado, mas não foi localizado. A matéria poderá ser atualizada, caso a defesa se manifeste.

CORPORAÇÃO

A reportagem de A Gazeta enviou um email à assessoria de imprensa da Polícia Civil solicitando entrevista com representantes da Corregedoria da corporação em busca do posicionamento sobre o caso do policial civil. Também foi questionado qual o motivo para que um policial, que possui medida de proteção em aberto contra uma mulher desde 2020, continuasse em atividade exatamente em uma Delegacia de Atendimento à Mulher, unidade policial responsável por atender mulheres vítimas de agressão e onde são pedidas, em sua maioria, as medidas protetivas.
Outra dúvida apresentada pela reportagem foi em que patamar está o processo administrativo pela conduta de Rogerio Gomes.  Nenhuma das perguntas feitas foram respondidas, uma vez que a assessoria se condicionou a reenviar uma nota que não respondeu aos nossos questionamentos. Confira a nota oficial da Polícia Civil:
"A Polícia Civil informa que o servidor foi detido em flagrante e sua prisão foi convertida em preventiva. Ele se encontra custodiado no presídio para policiais civis, em Vila Velha. O suspeito é  lotado na Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher de Vila Velha. Caso o suspeito receba alvará, ele será realocado de unidade. A Corregedoria da PCES instaurou um inquérito policial e um processo administrativo que estão em andamento. Para que a apuração seja preservada, nenhuma outra informação será repassada."

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