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Sul do ES

Justiça manda soltar servidor envolvido em morte de preso em Cachoeiro

Detento estava dentro da cela quando foi atingido por um tiro; Sejus diz que "preliminarmente, disparo do agente foi acidental ao manusear a arma"

Publicado em 08 de Outubro de 2023 às 10:58

Vinícius Lodi

Publicado em 

08 out 2023 às 10:58
Justiça mandou soltar o agente penitenciário Igor Mansini Bastazini, preso em flagrante por envolvimento na morte do detento Diego Dutra de Carvalho Leal, dentro do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo.
Ao conceder o benefício de liberdade provisória ao indiciado, o juiz Lailton dos Santos pontuou que Igor é "tecnicamente réu primário, possui residência fixa e trabalho lícito" e que "há notícia de que o disparo de arma do agente foi acidental". A audiência de custódia foi realizada na manhã de sábado (7), e Igor deverá cumprir medidas cautelares enquanto o caso é investigado, entre elas a suspensão dos trabalhos na unidade prisional onde o detento foi morto. 

A morte na cela

Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) informou que Diego foi atingido por um disparo de arma de fogo dentro da cela, na tarde de sexta-feira (6). "O incidente teria sido ocasionado por um servidor penitenciário, que disparou acidentalmente ao manusear a arma", destaca. A pasta abriu um procedimento para apurar as circunstâncias do fato.
O agente foi encaminhado para a delegacia e ouvido pela autoridade policial, onde foi autuado em flagrante pelo artigo 121 do Código Penal (homicídio). Ele estava preso na Penitenciária de Segurança Média 1 até a realização da audiência de custódia, onde teve o benefício da liberdade provisória.

Detento chegou a ser socorrido

A Sejus disse que o detento recebeu os primeiros-socorros na unidade e, imediatamente, foi transferido para o Pronto Atendimento Paulo Pereira Gomes, no bairro Baiminas, onde teve a morte constatada.
Diego estava preso desde o dia 19 de outubro de 2022 pelo artigo 155 do Código Penal (furto). O corpo dele foi encaminhado para o Serviço Médico Legal (SML) de Cachoeiro de Itapemirim.
A reportagem demandou a Sejus novamente neste domingo (8) para saber se Igor será transferido de unidade de trabalho — vide a suspensão determinada pela Justiça, ou se ficará totalmente afastado durante as investigações. A pasta enviou a mesma nota de sábado e não respondeu ao questionamento.

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