Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Enterrou corpo

Justiça mantém prisão de suspeito de matar vendedora em Cachoeiro

Prisão de Alexandre Vaz Nunes foi mantida em audiência de custódia nesta sexta (22). Ele é suspeito de ter matado e enterrado o corpo da vendedora Roseli Valiati Farias

Publicado em 22 de Outubro de 2021 às 17:17

Beatriz Caliman

Publicado em 

22 out 2021 às 17:17
Comerciante foi preso suspeito de matar Roseli Valiati Farias, de 47 anos,
Comerciante foi preso suspeito de matar Roseli Valiati Farias, de 47 anos, Crédito: Montagem | A Gazeta
A justiça manteve a prisão do pecuarista Alexandre Vaz Nunes, de 54 anos, preso na noite de quarta-feira (20) suspeito de ter matado e enterrado o corpo da namorada, a vendedora Roseli Valiati Farias, de 47 anos, em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo. A vítima estava desaparecida desde o último domingo (17) e o corpo foi encontrado na quarta-feira (20), enterrado em uma cova rasa em uma estrada de Presidente Kennedy.
Em audiência de custódia realizada nesta sexta-feira (22), a juíza Priscilla Bazzarella de Oliveira converteu em preventiva a prisão em flagrante de Alexandre Vaz Nunes. O mandado de prisão tem validade até 20 de outubro de 2029, segundo o documento.
Durante as investigações, os policiais apreenderam na quarta-feira, na casa do suspeito, um revólver calibre 38 e uma pistola .380, além de munições e dois carregadores.

RELEMBRE O CRIME

À polícia, Alexandre confessou ter assassinado sua namorada, a vendedora Roseli Valiati Farias, com um tiro na cabeça. A vítima foi atingida pelo disparo enquanto dormia no sofá, na noite de domingo, na casa do suspeito, no bairro Santo Antônio, em Cachoeiro de Itapemirim.
O corpo dela foi enterrado pelo pecuarista em uma cova rasa em uma estrada em Presidente Kennedy, próximo à divisa com o Estado do Rio de Janeiro. Ao confessar o crime para o delegado Felipe Vivas, chefe da Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), Alexandre Vaz Nunes disse haver programado terminar o relacionamento.
“Ele não tinha interesse de continuar com essa relação (a versão dele), mas ela tinha e começou a chantagear porque sabia que ele tinha outro relacionamento mais sério, falando que se não ficasse com ela, não ficaria com nenhuma das duas”, relatou o delegado sobre o depoimento do suspeito.
Alexandre Vaz Nunes segue preso no Centro de Detenção Provisória de Cachoeiro de Itapemirim, segundo a Secretaria de Justiça do Espírito Santo (Sejus).

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
'Meu nome está sujo em 5 bancos por causa de bets': a angústia de brasileiros em meio ao endividamento recorde
Imagem de destaque
Duas brasileiras, uma adolescente e uma idosa, estão entre baleados em ataque nas pirâmides do México
Imagem de destaque
Como Trump recuou e ganhou mais tempo para negociar acordo com o Irã

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados