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'Maníaco de Guriri': como agia suspeito de estupros na orla de São Mateus

Para a polícia, o homem é considerado um estuprador em série, tendo cometido o primeiro crime em 1994; a polícia não descarta o surgimento de novas vítimas

Publicado em 28 de Janeiro de 2026 às 19:17

Luana Luiza

Publicado em 

28 jan 2026 às 19:17
Homem é investigado por pelo menos cinco crimes de violência sexual cometidos com o mesmo modo de agir
A polícia passou a considerar o homem como um estuprador em série Crédito: Polícia civil
Após a prisão do “maníaco de Guriri”, acusado de cometer uma série de estupros na orla de Guriri, em São Mateus, no litoral Norte do Espírito Santo, a Polícia Civil divulgou detalhes sobre a forma de atuação do criminoso.
O primeiro caso veio a público na madrugada de 19 de novembro de 2025, no Posto 6 da Orla de Guriri, onde a vítima, uma mulher de 30 anos, contou que ela e o namorado foram rendidos por um homem que estava armado com uma faca. O rapaz foi amarrado e a mulher estuprada.
Inicialmente tratado como um caso isolado, o homem passou a ser investigado como estuprador em série após o registro de uma segunda ocorrência com o mesmo modo de operação, o que acendeu o alerta das autoridades. As apurações indicam que os ataques ocorreram de forma escalonada e sempre em áreas de praia.

Ameaças e chantagem

Segundo a delegada responsável pela Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher de São Mateus, Patrícia Ferreira de Souza, ao escolher os casais, o homem utilizava uma lanterna para iluminar o rosto das vítimas, os conduzia até a areia e, em seguida, rendia os parceiros das mulheres, os amarrando e ameaçando com facas ou armas.
Ponto 6 da Praia de Guriri, em São Mateus
Um dos estupros ocorreu próximo ao Ponto 6 da Praia de Guriri, em São Mateus Crédito: Raphael Verly
Enquanto mantinha os homens imobilizados, o criminoso estuprava as mulheres, obrigando-as a participar de gravações em vídeo e a se identificar, informando inclusive onde trabalhavam, como forma de intimidação para evitar denúncias.
Ainda de acordo com a polícia, durante os crimes, ele utilizava palavras pejorativas e agia de forma fantasiosa como se a relação fosse consentida. Os companheiros eram obrigados a assistir aos estupros de suas companheiras sob ameaça. Em um dos casos, o namorado da vítima percebeu que o agressor não estava armado e reagiu, mas o criminoso conseguiu fugir. Na fuga, ele deixou para trás pertences pessoais, incluindo um celular, que se tornou peça fundamental para as investigações.

A prisão

Após um longo trabalho de investigação, o homem foi preso no último dia 23 de janeiro, em Nova Venécia, na região Noroeste do estado, após ser localizado em uma oficina mecânica, onde recebeu voz de prisão. Conforme a Polícia Civil, ele possui histórico criminal por estupro, com o primeiro caso registrado em 1994, no estado de Minas Gerais.
A polícia não descarta o surgimento de novas vítimas e reforçam a importância de que pessoas que tenham passado por situações semelhantes procurem a polícia para registrar denúncia.

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