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R$ 1,5 milhão

Mulheres são presas em Guarapari suspeitas de furtar joalherias no ES

Além das mulheres, dois homens também foram identificados como pertencentes ao grupo criminoso do Rio de Janeiro que realizava furtos em estabelecimentos no Espírito Santo

Publicado em 04 de Novembro de 2021 às 13:26

Redação de A Gazeta

Publicado em 

04 nov 2021 às 13:26
Viatura da Polícia Civil do Estado do Espírito Santo
Viatura da Polícia Civil do Estado do Espírito Santo Crédito: Carlos Alberto Silva
Duas mulheres foram presas, nesta quinta-feira (4), em Guarapari, apontadas pela Polícia Civil como integrantes de um grupo criminoso do Rio de Janeiro que estava atuando em furtos no Espírito Santo. Elas foram identificadas como Juliana Santos Souza, de 26 anos, e Joyce Santos Costa, de 21.
Além delas, dois homens também foram identificados como pertencentes a este grupo: Melquisedeque Pereira da Silva, de 37 anos e Antônio da Silva Rodrigues, de 60. Eles participaram de roubos a joalherias de LinharesCachoeiro de Itapemirim e Serra, e seguem foragidos. 
A Polícia Civil informou que a investigação foi realizada pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), em conjunto com as Delegacias Especializadas de Investigação Criminal de Linhares e Cachoeiro de Itapemirim.
Juliana Santos Souza, de 26 anos, e Joyce Santos Costa, de 21, foram presas em Guarapari
Juliana Santos Souza, de 26 anos, e Joyce Santos Costa, de 21, foram presas em Guarapari Crédito: Wagner Martins
De acordo com as investigações, o grupo já causou um prejuízo estimado em quase R$ 1,5 milhão, somando todos os roubos. Entre os estabelecimentos, estão três joalherias em Linhares, Cachoeiro e Serra, uma loja de celulares em Cachoeiro e uma loja especializada em cabelos humanos, localizada em Vitória.
Segundo o delegado Gianno Trindade, a quadrilha é altamente especializada em furtos qualificados, principalmente em joalheiras. O material roubado tinha como destino o Estado do Rio de Janeiro, onde a Polícia Civil acredita que os dois fugitivos estão foragidos.
Melquisedeque Pereira da Silva, 37 anos, e Antonio da Silva Rodigues, de 60, ainda estão foragidos
Melquisedeque Pereira da Silva, 37 anos, e Antonio da Silva Rodigues, de 60, ainda estão foragidos Crédito: Wagner Martins
A Polícia Civil concluiu que uma das mulheres era responsável por transportar ferramentas e as joias roubadas em ônibus interestaduais. A outra, segundo a PC, seria a responsável pela venda das joias, e ficava com a participação maior na quantia subtraída por ter um relacionamento com um dos foragidos.
Denúncias podem ser realizadas, de forma anônima, pelo Disque-Denúncia 181 ou pelo site. Segundo a PC, todas as informações recolhidas serão apuradas pelo órgão.

Atualização

04/11/2021 - 9:03
Após a publicação desta matéria, a Polícia Civil realizou coletiva sobre o caso, informando detalhes sobre as prisões, além de divulgar nomes e fotos das mulheres presas e de outros dois suspeitos. O texto foi atualizado.

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