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10 investigados

Operação mira advogados suspeitos de "leva e traz" para traficantes no ES

Segundo o MPES, a Operação Ties cumpre mandados de busca e apreensão contra 10 advogados em cidades da Grande Vitória nesta quarta-feira (31)

Publicado em 31 de Agosto de 2022 às 11:06

Alberto Borém

Publicado em 

31 ago 2022 às 11:06
Data: 27/12/2019 - ES - Vitória - Fachada da sede do Ministério Público do Estado do Espírito Santo
Operação é realizada pelo MPES e investiga 10 advogados Crédito: Carlos Alberto Silva
Ministério Público do Espírito Santo deflagrou, nesta quarta-feira (31), a Operação Ties – que mira 10 advogados suspeitos de fazerem "leva e traz", facilitando a comunicação de lideranças do tráfico de drogas no Estado A ação cumpre mandados de busca e apreensão nos municípios Serra, Vitória, Vila Velha, Cariacica e Guarapari.
A ação é realizada pelo MPES, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com apoio da Assessoria Militar e policiais militares do 1º e do 7º Batalhão da Polícia Militar do Espírito Santo. A operação investiga ações praticadas por pessoas que utilizam direitos da advocacia para atuar na transmissão de mensagens.
Segundo o Ministério Público, a comunicação, considerada ilícita, é feita entre integrantes de organização criminosa, permitindo que os líderes do tráfico mantenham o poder de gestão sobre os crimes.
As buscas e apreensões referentes a esses advogados são acompanhadas por representantes da Comissão de Prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil seccional Espírito Santo (OAB-ES), em cumprimento de decisão judicial da 1ª Vara Criminal de Viana. Não foram divulgados os nomes dos advogados.
Em decorrência de fatos graves apurados na Operação "Ties”, foi aplicada aos investigados a medida cautelar de suspensão do exercício da advocacia, além da proibição de entrar em qualquer estabelecimento do sistema prisional. Eles também foram notificados para serem ouvidos perante o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). As investigações seguem sob sigilo judicial.
A reportagem tenta contato com a OAB-ES para ter um posicionamento da entidade sobre o assunto e, assim que houver retorno, este texto será atualizado.

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