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Condomínio Ourimar

Operação mira traficantes que aterrorizavam conjunto residencial na Serra

Duas pessoas foram presas e material relacionado ao tráfico de drogas foi apreendido durante a Operação Pela Ordem, nesta quinta-feira (10)

Publicado em 10 de Julho de 2025 às 08:56

Júlia Afonso

Publicado em 

10 jul 2025 às 08:56
Condomínio Ourimar, na Serra, foi alvo de uma operação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado do Espírito Santo (Ficco/ES) nesta quinta-feira (10). O objetivo, segundo a Polícia Federal, era enfrentar o grupo criminoso que atua no conjunto residencial e controla a área, intimidando moradores e utilizando o local para vender drogas.
Durante a Operação Pela Ordem, agentes da PF e da Guarda Municipal da Serra cumpriram cinco mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos alvos da investigação, incluindo residências e um estabelecimento comercial utilizado como ponto de tráfico. Também foram cumpridos dois mandados de prisão temporária. Dois investigados seguem foragidos.
Os agentes apreenderam, ainda, um revólver de calibre 38, munições, apetrechos para fabricação de drogas, maconha e haxixe. Os nomes dos dois presos não foram divulgados.
A Ficco/ES, coordenada pela Polícia Federal, é composta pelas polícias Militar, Civil, Penal, pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), e pelas Guardas Municipais de Vitória, Vila Velha, Serra, Cariacica e Viana.

Histórico do Condomínio Ourimar

Ourimar é um condomínio de apartamentos populares entregue pela Caixa Econômica Federal em parceria com a prefeitura. Em junho de 2016, vinculado ao programa "Minha Casa, Minha Vida", o local recebeu 608 famílias de baixa renda escolhidas pela administração municipal. Eram pessoas dependiam de aluguel social ou que tiveram as casas interditadas após as chuvas intensas de 2013.
A alegria de quem recebeu um apartamento novinho não durou muito. O condomínio passou a ser ponto de traficantes, que fizeram grande parte dos moradores reféns, com imposição de regras, ameaças e venda de drogas. Em 2017, um grupo criminoso começou a expulsar famílias. Ao longo dos anos, o local foi palco de mortes, estupros e execuções. Leia mais clicando aqui.

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