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Estelionato

Organização criminosa que aplicava golpes do "falso advogado" é alvo de operação no ES

Grupo cearense mandava mensagens para clientes de advogados, informando que venceram os processos e cobravam os valores judiciais, com boletos falsos; uma pessoa foi presa

Publicado em 09 de Dezembro de 2025 às 18:42

Caroline Freitas

Publicado em 

09 dez 2025 às 18:42
Da esquerda para a direita: Raylisson Alves Cavalcante (foragido); Thalisson Felipe Nobre de Mendonça (preso); Luana Tamyres Sousa Matos (responde em liberdade); Vitoria Mariane Sombra de Almeida (responde em liberdade)
Da esquerda para a direita: Raylisson Alves Cavalcante (foragido); Thalisson Felipe Nobre de Mendonça (preso); Luana Tamyres Sousa Matos (responde em liberdade); Vitoria Mariane Sombra de Almeida (responde em liberdade) Crédito: PCES/Divulgação
Quatro pessoas foram alvo de uma operação da Polícia Civil do Espírito Santo, que mirava uma organização criminosa que aplicava golpes do "falso advogado". Pelo menos dez capixabas foram vítimas do grupo, que mandava mensagens para clientes de advogados, informando que venceram os processos e cobravam os valores judiciais, com boletos falsos.
A ação, que ocorreu no final de outubro, na cidade de Maracanaú, no Ceará, e contou com apoio da Polícia Civil cearense, só foi divulgada pela PCES nesta terça-feira (09). Segundo a corporação, um homem de 25 anos, identificado como Thalisson Felipe Nobre de Mendonça, foi preso em cumprimento a uma decisão judicial, e outros três investigados foram alvos de mandados de busca e apreensão. São eles:
  • Raylisson Alves Cavalcante, de 21 anos (foragido);
  • Luana Tamyres Sousa Matos, de 19 anos (responde em liberdade);
  • Vitoria Mariane Sombra De Almeida, de 25 anos (responde em liberdade).
Os investigados foram denunciados pelo Ministério Público do Espírito Santo (MPES) e são réus em ação penal, por isso tiveram as identidades divulgadas.
De acordo com o titular da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) e delegado do Centro de Inteligência e Análise Telemática (Ciat), Guilherme Eugênio Rodrigues, a organização, descoberta através da conexão de internet, por meio do sinal telefônico, é uma entre várias descobertas na cidade de Maracanaú.
“Fazendo pesquisas em sites do poder judiciário ou de sites privados, eles analisavam quem ganhava uma ação na justiça e criavam perfis falsos no WhatsApp, se passando pelos verdadeiros advogados. Depois, mandavam mensagens para os clientes, informando que venceram os processos, e cobravam os valores judiciais, com boletos falsos.”
Esses boletos eram editados por Luana, no próprio celular. Após o pagamento, o dinheiro ia para a conta de um laranja, que era vendida aos estelionatários para a prática de crimes.
“Identificamos uma vítima inicialmente, mas foram ao menos dez crimes da quadrilha no Espírito Santo”, ressaltou o delegado do Ciat.

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