Como foi o julgamento
- O Júri do ex-policial militar denunciado pelo Ministério Público por homicídio começou por volta das 8h da manhã;
- Pela manhã, foram ouvidas três testemunhas: a mãe da vítima, arrolada pelo Ministério Pública (incluída no Programa Federal de Assistência a Vítimas e a Testemunhas Ameaçadas – Provita, a pedido do MPES), um capitão da Polícia Militar e um médico psiquiatra, ambos arrolados pela defesa do réu;
- A defesa desistiu das demais testemunhas;
- O júri foi retomado por volta das 13h para o interrogatório do réu;
- Em seguida, começaram os debates entre acusação e defesa;
- O MPES terminou de apresentar os argumentos por volta das 16h e começou a fala da defesa do réu;
- Pouco antes das 21h, o militar foi absolvido por 4x3 pelo júri composto por 7 pessoas.
- Leonardo Jordão da Silva
- Samuel Barbosa da Silva Souza
- Tallisson Santos Teixeira
- Wanderson Gonçalves Coutinho
Relembre o crime
O que diz a defesa
"A defesa de Thafny Fernandes registra, com orgulho e alívio, que após 2 anos e 6 meses de luta incessante, lado a lado com a maior Associação das Praças da Polícia Militar – ASPRA, a verdade prevaleceu. Foi um processo difícil, marcado por obstáculos e provações, mas a Justiça falou mais alto. Fernandes sempre foi e sempre será reconhecido como um homem de bem, um policial honrado, que dedicou sua vida à corporação e à sociedade. A absolvição não é apenas uma decisão judicial, é o reconhecimento público de sua dignidade. Embora o processo tenha sido desaforado da Comarca de Pedro Canário para São Mateus, a sociedade de São Mateus, atenta e justa, compreendeu a essência da verdade, acolheu a tese da defesa e, com sabedoria, absolveu o acusado. A vitória de Thafny Fernandes é, antes de tudo, a vitória da Justiça, da verdade."