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Caso Iraci

Polícia investiga preso com arma perto da casa de diarista morta em Vila Velha

Homem foi detido no bairro Vale Encantado, horas após o corpo de Iraci de Souza Teixeira, de 66 anos, ser encontrado; ele apresentava sinais de uso de drogas e álcool, e falas desconexas

Publicado em 02 de Maio de 2025 às 09:02

Felipe Sena

Publicado em 

02 mai 2025 às 09:02
Iraci de Souza Teixeira, diarista assassinada em Vila Velha
Iraci de Souza Teixeira, diarista assassinada em Vila Velha Crédito: Imagem cedida pela família
A Polícia Civil investiga a possível ligação de um homem preso por porte ilegal de arma na última quinta-feira (1º) com a morte da diarista Iraci de Souza Teixeira, de 66 anos, em Vila Velha. O suspeito foi detido pela Polícia Militar nas proximidades da casa onde a vítima morava, no bairro Vale Encantado.
Segundo o titular da Delegacia Especializada de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV), o delegado Luiz Gustavo Ximenes, a prisão ocorreu horas após o corpo de Iraci ter sido encontrado em um terreno no final da rua Monte Sinai, próximo à Rodovia Leste-Oeste.
“Ele foi autuado por porte ilegal de arma de fogo. Estão sendo realizados levantamentos para ver a participação desse indivíduo, se ele realmente participou desse crime”, afirmou Ximenes em entrevista ao Bom Dia Espírito Santo, da TV Gazeta. “Estamos analisando as câmeras de monitoramento e também aguardando o laudo cadavérico para verificar as lesões, se foram praticadas com arma branca”, disse.
O delegado-geral da Polícia Civil do Espírito Santo, José Darcy Arruda, afirmou que, no momento em que foi preso, o homem não tinha condições de prestar depoimento, mas será investigado. “Uma pessoa foi presa, mas ela estava totalmente alcoolizada, entorpecida, cheia de fezes, com falas desconexas. Aguardamos até a madrugada e a interrogamos. Ele nega veementemente, diz que não conhece (a vítima). Mas isso não está descartado. Vamos buscar todas as informações”, explicou o chefe da corporação.
O corpo da diarista foi localizado por um amigo da família que participava das buscas desde o desaparecimento da vítima, no sábado (26), quando ela saiu para caminhar. Iraci foi reconhecida por familiares pelas roupas, que eram as mesmas usadas quando ela saiu para caminhar no sábado (26), quando foi vista pela última vez com vida. 
Conforme a investigação, Iraci apresentava sinais de violência. O corpo a diarista estava com afundamento de crânio e mãos e pés amarrados com uma camisa branca, sugerindo crueldade, segundo afirmou o delegado-geral da Polícia Civil do Espírito Santo, José Darcy Arruda.

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