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Após 2 meses

Queda de helicóptero que matou empresário e piloto no ES segue em investigação

Otto Carneiro Empresário, de 49 anos, e o piloto da aeronave, Breno Ricardo Guglielme, de 62 anos, morreram no dia 9 de fevereiro no interior de Vargem Alta

Publicado em 10 de Abril de 2023 às 11:03

Beatriz Caliman

Publicado em 

10 abr 2023 às 11:03
Oto Carneiro, de 49 anos, e Breno Guglielmi, de 62 anos, morreram após acidente aéreo em Vargem Alta
Oto Carneiro, de 49 anos, e Breno Guglielmi, de 62 anos, morreram após acidente aéreo em Vargem Alta Crédito: Arquivo Pessoal
Dois meses após a queda de helicóptero que matou o empresário Otto Carneiro Empresário, de 49 anos, e o piloto da aeronave, Breno Ricardo Guglielme, de 62 anos, no interior de Vargem Alta, na Região Serrana do Espírito Santo, as causas do ocorrido ainda são investigadas. O caso ocorreu no dia 9 de fevereiro deste ano.
O helicóptero caiu na área de um sítio na zona rural da localidade Vargem Grande, bem próximo à propriedade de Oto Carneiro, onde, segundo moradores, tinha o costume de pousar. No início da noite, o empresário do setor de rochas voltava de uma visita a uma feira do setor na Grande Vitória quando a aeronave teria colidido com fios de alta tensão e caído na propriedade. As vítimas morreram no local. 
Além da Polícia Civil, técnicos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) estiveram no local para periciar e descobrir o que provocou o choque nos fios da rede elétrica, fazendo o helicóptero cair.
Dois meses após o acidente, o caso ainda segue sob investigação da Delegacia de Vargem Alta. Segundo a Polícia Civil, a corporação está atuando junto aos trabalhos de apuração do Cenipa, e destacou que, "para que a apuração seja preservada, nenhuma outra informação será repassada".
Procurada pela reportagem, o Cenipa informou que a apuração segue em andamento. Por nota, o órgão disse que a conclusão das investigações terá o menor prazo possível, dependendo sempre da complexidade de cada ocorrência e, ainda, da necessidade de descobrir os possíveis fatores contribuintes.
O objetivo das investigações, segundo o Cenipa, é prevenir que novos acidentes com características semelhantes ocorram e não buscam estabelecimento de culpa.
O helicóptero era um Robinson Helicopter, modelo R44 II, fabricado em 2011. O número máximo permitido de passageiros, segundo o site da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), é de três pessoas. O registro da aeronave era para serviços privados.
Seis dias após a tragédia, os destroços do helicóptero foram retirados do local e levados para um galpão que fica no município de Três Rios, no Rio de Janeiro.

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