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Fora de circulação

Queijos e vinhos irregulares são apreendidos em bairros nobres da Grande Vitória

Produtos eram vendidos em anúncios pela internet e em restaurantes da Praia do Canto e de Bento Ferreira, em Vitória, e na Praia da Costa, em Vila Velha

Publicado em 09 de Novembro de 2022 às 19:33

Redação de A Gazeta

Publicado em 

09 nov 2022 às 19:33
Polícia Civil apreende vinhos, queijos e azeite irregulares em bairros de Vila Velha e Vitória
Polícia Civil apreende vinhos, queijos e azeite irregulares em bairros de Vila Velha e Vitória Crédito: Divulgação | Polícia Civil
Mais de 700 garrafas de vinho, além de queijos, mariscos, carne e azeite com irregularidades foram apreendidos na Grande Vitória. Os produtos eram vendidos em anúncios pela internet e em restaurantes da Praia do Canto e de Bento Ferreira, em Vitória, e na Praia da Costa, em Vila Velha. As apreensões ocorreram em ação conjunta entre a Polícia Civil e o Ministério da Agricultura.
"Uma empresa sediada em Vitória, em Bento Ferreira, estaria comercializando alguns produtos de forma irregular. Os produtos apresentariam problemas de vencimento, (não tinham) identificação de origem, foram fracionais e vendidos sem data de validade", disse o delegado Eduardo Passamani, da Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon).
De acordo com a polícia, os vinhos foram importados de forma irregular e eram vendidos mais baratos no Brasil, porque os criminosos não pagavam impostos.
"Eles entrariam por meio da contratação de uma empresa que fazia entrada irregular. Eles encaminhavam isso para uma transportadora e a transportadora seria responsável por encaminhar esse produto para o Estado", completou o delegado.
Queijos e vinhos irregulares são apreendidos em bairros nobres da Grande Vitória
Os produtos com validade vencida foram descartados e as mercadorias com rótulos irregulares foram retiradas de circulação.
Agora, a investigação continua, e deve contar com o apoio da Polícia Federal. "Essa prova vai ser analisada pela Polícia Civil e vai ser compartilhada com a Polícia Federal. Está sendo gerado um processo administrativo no Ministério da Agricultura. Tanto os consumidores finais, que estavam em grupo de Whatsapp, realizando as compras, quanto os restaurantes, à princípio, são tratados como vítimas. Inclusive, identificamos indícios de que muitas pessoas faziam a compra e não recebiam o produto", finalizou Passamani.
Com informações de João Brito, da TV Gazeta

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